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sábado, 31 de julho de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Zé Serra disse que é de esquerda
Oba!
Já que Serra disse que é de esquerda se ele for eleito vamos ter
banda larga, reforma agrária, fim do monopólio da Globo e do cartel Veja, Globo, Estadão e Folha.
Oba!
Já que Serra de repente virou(opa!) de esquerda ele não venderá a CEF assim como vendeu a Nossa Caixa.
O Zé não doará o pre-sal assim como eles doaram a Vale quando era ministro de FHC.
Opa!
Com essa última mentira do Zé, só rindo.
O Zé agora é a favor do MST.
Se der espaço prá ele, logo logo ele vai dizer que não disse que é inimigo da Bolívia, Venezuela, Cuba...muito pelo contrário.
Eta nóis
P.S.- Fiz este comentário no Luis Nassif Online como Zé da Serra, um personagem mais D.,,,D de Disciplinado do que o outro, o IV Avatar do Rio Meia Ponte, este está hibernando, dando um tempo...,,,se bem que D de Disciplinado ou simplesmente D seria mais apropriado..,tudo D
Livro D
Político D
Aquilo D
Nem sei
Agora sei, nem uma coisa nem outra
Melhor "D" de Dilma
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15- Zé Serra disse que é de esquerda
A banda larga e a privataria de FHC
Com a privataria de FHC,o Brasil ficou sem setores estratégicos como a Embratel, Telebrás, hoje nas mãos de portugueses e espanhóis que devem estar rindo na nossa cara.
Hoje o Brasil faz das tripas coração para ter a banda larga e, assim, alavancar o desenvolvimento, facilitar a vida das pessoas e das empresas. Como se sabe, eles(Espanha e Portugal), com apoio da parte podre da elite nacional que tem como porta-voz a Folha, Globo, Veja e Estadão, se opõem à reativação da Telebrás. Como se vê, com uma mídia dessa o Brasil nem precisa de inimigo estrangeiro.
Ainda guardo na minha lembrança que quando FHC doou a Telebrás para o capital internacional através de um esquema que envolvia o mafioso Daniel Dantas, a primeira coisas que os adquirentes fizeram foi fechar os centros de ciência e tecnologia numa área estratégica para qualquer país: a comunicação.
Num país civilizado FHC estaria atrás das grades ou internado em algum hospício.
Por mauro - no Luis Nassif Online
Até Bresser Pereira defende plano de banda larga do governo
Do Estadão
Alargando a banda
Denúncias de tráfico de influência não invalidam um plano governamental de baratear a internet rápida
O governo federal vem desenvolvendo o Plano Nacional de Banda Larga a fim de universalizar e baratear o acesso dos brasileiros à internet, mas está enfrentado forte oposição das empresas de telecomunicação e agora surgem acusações de que haveria empresários e políticos beneficiados no processo. Não vou entrar nesse tipo de discussão. O que importa saber é qual o papel do Estado em uma questão como essa, que diz respeito a um serviço de utilidade pública – as telecomunicações. Como esses serviços são fundamentais para a sociedade, e em boa parte, monopolistas, no passado entendia-se que deviam ser realizados diretamente pelo Estado. Nos “30 anos neoliberais” (1979-2008), entendeu-se que deveriam ser privatizados e, em seguida, regulados. Especialmente os serviços de telecomunicação, porque haviam deixado de ser puramente monopolistas. Agora, no quadro de um governo crítico do neoliberalismo, surge o projeto de desenvolver um serviço de banda larga do Estado. Fará sentido uma iniciativa dessa natureza?
Não sei se a Telebrás – a empresa que se ocupará da banda larga – logrará cobrar apenas entre R$ 15 e R$ 35 por mês pelo acesso de internet rápida. Sem dúvida, além de fornecer seus serviços a organizações públicas terá que estabelecer todo um conjunto de relações com as empresas privadas do setor para chegar aos setores mais distantes. Dessa forma, a Telebrás poderá desempenhar um papel complementar na regulação do sistema de telecomunicações. E o Estado estará, assim, exercendo seu papel regulador de forma mais efetiva.
Isso não significa a volta ao Estado produtor. O Estado produtor é justificado em uma fase inicial do desenvolvimento de um país. Nós sabemos quão importante foi o papel de empresas estatais na área de siderurgia, da petroquímica, da construção aeronáutica, etc. A partir, porém, do momento em que o setor privado nacional passa a ter a capacidade técnica e a dispor de capital para assumir esses setores competitivos, o Estado deve se retirar. O mercado e a regulação geral do Estado exercida por meio da lei realizarão melhor o trabalho: com mais eficiência e menos corrupção.
Diferente é a situação das empresas que, ou são monopólios naturais ou são beneficiadas por rendas ricardianas, como é o caso da mineração, inclusive o petróleo, ou são empresas produzindo serviços de utilidade pública. Neste último caso o setor privado pode ter um papel importante, mas na condição de concessionário. A atividade é de tal forma importante e estratégica para a nação que esta, por meio dos seus representantes no Poder Legislativo, a torna responsabilidade do Estado – o qual, entretanto, poderá concedê-la à exploração do setor privado. Nesse caso, porém, o serviço de utilidade pública deverá se pautar pelas políticas definidas pelo governo democraticamente eleito e seus preços deverão ser determinados e fiscalizados nos termos estabelecidos por agência reguladora. O papel dessa não é o de definir políticas, mas o de fazer o papel do mercado que não existe: é garantir que os preços cobrados pelas empresas sejam próximos dos que existiriam se um mercado competitivo existisse.
Entretanto, a agência reguladora administrada por técnicos independentes não é a solução mágica para os serviços de utilidade pública. O papel de reproduzir o mercado é muito difícil. As manobras das empresas reguladas para escapar ou enganar a regulação são infinitas. E a literatura econômica sobre sua capacidade de capturar o regulador é antiga e respeitável. Foi especialmente desenvolvida por um economista ilustre da Universidade de Chicago, George Stigler.
Na falta de um mercado competitivo, a regulação é um second best – é uma boa alternativa, mas uma alternativa sempre imperfeita: está longe de garantir que um serviço de utilidade pública seja eficiente e barato. Os dirigentes da agência estão sempre sujeitos à captura. Por isso, é às vezes conveniente dar ao Estado instrumentos adicionais de regulação, como se está fazendo agora com a implementação do Plano Nacional de Banda Larga. A Telebrás e sua banda larga oferecerão um serviço que será também instrumental na regulação do setor. O fato de que as empresas do setor se oponham ao plano é uma indicação de que ele poderá ser efetivo em limitar lucros abusivos.
Mas surge então a pergunta inevitável: “E a corrupção que esse tipo de ação governamental pode ensejar?” Sempre que uma atividade não possa ser regulada de forma relativamente automática e impessoal pelo mercado, e o Estado precise regulá-la, surge a possibilidade da corrupção, porque as empresas envolvidas não hesitarão em tentar corromper os servidores públicos e porque, em casos mais raros, servidores aproveitarão a oportunidade para chantagear as empresas. Mas não é por isso que se deixará de tomar decisões – de governar. No caso do Plano Nacional de Banda Larga, o governo está tomando decisões que, em princípio, me parecem boas. As denúncias de tráfico de influência surgidas recentemente não invalidam o plano.
A força do capitalismo decorre do fato de que nele as atividades econômicas são reguladas pelo mercado. Mas o capitalismo é também uma forma de organizar a produção na qual a ganância e a corrupção estão sempre presentes. Por isso, quanto mais desenvolvida e mais complexa é uma sociedade, mais ela precisa de regulação, e, portanto, mais necessárias se tornam as decisões. Governar é tomar decisões – e essas poderão ser boas ou más, honestas ou corruptas, republicanas, voltadas para o interesse público, ou individualistas, orientadas apenas pelo interesse privado. Para evitar as decisões desonestas precisamos de polícia, de Ministério Público, de Poder Judiciário, de imprensa livre. Para termos políticos republicanos e boas decisões precisamos de cidadania ativa e de um Estado crescentemente democrático e transparente. Não é pela omissão, não é deixando de tomar decisões por medo da corrupção que um país será bem governado. A corrupção está sempre à nossa volta e não será fugindo dela, mas a enfrentando, que o País poderá avançar.
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/bresser-e-a-banda-larga
Meu comentário
Oba!
Já que Serra disse que é de esquerda, se ele for eleito vamos ter banda larga, reforma agrária, fim do monopólio da Globo e do cartel Veja, Globo, Estadão e Folha.
Oba!
Já que Serra é de esquerda ele não venderá a CEF assim como vendeu a Nossa Caixa,ele não doará o pre-sal assim como FHC doou a Vale.
Oba!
Serra de repente virou de esquerda, esquecendo do seu passado, do que ele foi em toda a vida.
É cada uma, só rindo
Eta nóis
Hoje o Brasil faz das tripas coração para ter a banda larga e, assim, alavancar o desenvolvimento, facilitar a vida das pessoas e das empresas. Como se sabe, eles(Espanha e Portugal), com apoio da parte podre da elite nacional que tem como porta-voz a Folha, Globo, Veja e Estadão, se opõem à reativação da Telebrás. Como se vê, com uma mídia dessa o Brasil nem precisa de inimigo estrangeiro.
Ainda guardo na minha lembrança que quando FHC doou a Telebrás para o capital internacional através de um esquema que envolvia o mafioso Daniel Dantas, a primeira coisas que os adquirentes fizeram foi fechar os centros de ciência e tecnologia numa área estratégica para qualquer país: a comunicação.
Num país civilizado FHC estaria atrás das grades ou internado em algum hospício.
Por mauro - no Luis Nassif Online
Até Bresser Pereira defende plano de banda larga do governo
Bresser e a banda larga
Enviado por luisnassif, seg, 01/03/2010 - 12:29
Do Estadão
Alargando a banda
Denúncias de tráfico de influência não invalidam um plano governamental de baratear a internet rápida
O governo federal vem desenvolvendo o Plano Nacional de Banda Larga a fim de universalizar e baratear o acesso dos brasileiros à internet, mas está enfrentado forte oposição das empresas de telecomunicação e agora surgem acusações de que haveria empresários e políticos beneficiados no processo. Não vou entrar nesse tipo de discussão. O que importa saber é qual o papel do Estado em uma questão como essa, que diz respeito a um serviço de utilidade pública – as telecomunicações. Como esses serviços são fundamentais para a sociedade, e em boa parte, monopolistas, no passado entendia-se que deviam ser realizados diretamente pelo Estado. Nos “30 anos neoliberais” (1979-2008), entendeu-se que deveriam ser privatizados e, em seguida, regulados. Especialmente os serviços de telecomunicação, porque haviam deixado de ser puramente monopolistas. Agora, no quadro de um governo crítico do neoliberalismo, surge o projeto de desenvolver um serviço de banda larga do Estado. Fará sentido uma iniciativa dessa natureza?
Não sei se a Telebrás – a empresa que se ocupará da banda larga – logrará cobrar apenas entre R$ 15 e R$ 35 por mês pelo acesso de internet rápida. Sem dúvida, além de fornecer seus serviços a organizações públicas terá que estabelecer todo um conjunto de relações com as empresas privadas do setor para chegar aos setores mais distantes. Dessa forma, a Telebrás poderá desempenhar um papel complementar na regulação do sistema de telecomunicações. E o Estado estará, assim, exercendo seu papel regulador de forma mais efetiva.
Isso não significa a volta ao Estado produtor. O Estado produtor é justificado em uma fase inicial do desenvolvimento de um país. Nós sabemos quão importante foi o papel de empresas estatais na área de siderurgia, da petroquímica, da construção aeronáutica, etc. A partir, porém, do momento em que o setor privado nacional passa a ter a capacidade técnica e a dispor de capital para assumir esses setores competitivos, o Estado deve se retirar. O mercado e a regulação geral do Estado exercida por meio da lei realizarão melhor o trabalho: com mais eficiência e menos corrupção.
Diferente é a situação das empresas que, ou são monopólios naturais ou são beneficiadas por rendas ricardianas, como é o caso da mineração, inclusive o petróleo, ou são empresas produzindo serviços de utilidade pública. Neste último caso o setor privado pode ter um papel importante, mas na condição de concessionário. A atividade é de tal forma importante e estratégica para a nação que esta, por meio dos seus representantes no Poder Legislativo, a torna responsabilidade do Estado – o qual, entretanto, poderá concedê-la à exploração do setor privado. Nesse caso, porém, o serviço de utilidade pública deverá se pautar pelas políticas definidas pelo governo democraticamente eleito e seus preços deverão ser determinados e fiscalizados nos termos estabelecidos por agência reguladora. O papel dessa não é o de definir políticas, mas o de fazer o papel do mercado que não existe: é garantir que os preços cobrados pelas empresas sejam próximos dos que existiriam se um mercado competitivo existisse.
Entretanto, a agência reguladora administrada por técnicos independentes não é a solução mágica para os serviços de utilidade pública. O papel de reproduzir o mercado é muito difícil. As manobras das empresas reguladas para escapar ou enganar a regulação são infinitas. E a literatura econômica sobre sua capacidade de capturar o regulador é antiga e respeitável. Foi especialmente desenvolvida por um economista ilustre da Universidade de Chicago, George Stigler.
Na falta de um mercado competitivo, a regulação é um second best – é uma boa alternativa, mas uma alternativa sempre imperfeita: está longe de garantir que um serviço de utilidade pública seja eficiente e barato. Os dirigentes da agência estão sempre sujeitos à captura. Por isso, é às vezes conveniente dar ao Estado instrumentos adicionais de regulação, como se está fazendo agora com a implementação do Plano Nacional de Banda Larga. A Telebrás e sua banda larga oferecerão um serviço que será também instrumental na regulação do setor. O fato de que as empresas do setor se oponham ao plano é uma indicação de que ele poderá ser efetivo em limitar lucros abusivos.
Mas surge então a pergunta inevitável: “E a corrupção que esse tipo de ação governamental pode ensejar?” Sempre que uma atividade não possa ser regulada de forma relativamente automática e impessoal pelo mercado, e o Estado precise regulá-la, surge a possibilidade da corrupção, porque as empresas envolvidas não hesitarão em tentar corromper os servidores públicos e porque, em casos mais raros, servidores aproveitarão a oportunidade para chantagear as empresas. Mas não é por isso que se deixará de tomar decisões – de governar. No caso do Plano Nacional de Banda Larga, o governo está tomando decisões que, em princípio, me parecem boas. As denúncias de tráfico de influência surgidas recentemente não invalidam o plano.
A força do capitalismo decorre do fato de que nele as atividades econômicas são reguladas pelo mercado. Mas o capitalismo é também uma forma de organizar a produção na qual a ganância e a corrupção estão sempre presentes. Por isso, quanto mais desenvolvida e mais complexa é uma sociedade, mais ela precisa de regulação, e, portanto, mais necessárias se tornam as decisões. Governar é tomar decisões – e essas poderão ser boas ou más, honestas ou corruptas, republicanas, voltadas para o interesse público, ou individualistas, orientadas apenas pelo interesse privado. Para evitar as decisões desonestas precisamos de polícia, de Ministério Público, de Poder Judiciário, de imprensa livre. Para termos políticos republicanos e boas decisões precisamos de cidadania ativa e de um Estado crescentemente democrático e transparente. Não é pela omissão, não é deixando de tomar decisões por medo da corrupção que um país será bem governado. A corrupção está sempre à nossa volta e não será fugindo dela, mas a enfrentando, que o País poderá avançar.
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/bresser-e-a-banda-larga
Meu comentário
Oba!
Já que Serra disse que é de esquerda, se ele for eleito vamos ter banda larga, reforma agrária, fim do monopólio da Globo e do cartel Veja, Globo, Estadão e Folha.
Oba!
Já que Serra é de esquerda ele não venderá a CEF assim como vendeu a Nossa Caixa,ele não doará o pre-sal assim como FHC doou a Vale.
Oba!
Serra de repente virou de esquerda, esquecendo do seu passado, do que ele foi em toda a vida.
É cada uma, só rindo
Eta nóis
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14- A banda larga e a privataria de FHC
Lucro da Vale em três meses mais do que ela custou
Por Brizola Neto, em seu blog
O dia em que este país for, de novo, do povo brasileiro, ao menos a memória dos homens que entregaram, de mão beijada, a imensa riqueza do povo brasileiro representada pela Vale vai fazer companhia à de Joaquim Silvério dos Reis na galeria dos grandes traidores da brasilidade.
Saiu agora á noite o resultado semestral da Vale e só no segundo trimestre do ano ela deu lucros líquidos – líquidos! – de R$ 6,63 bilhões ou US$ 3,75 bilhões.
O valor é mais que os US 3,3 bilhões pelos quais ela foi vendida pelo Governo Fernando Henrique Cardoso.
Tentei, inutilmente, nesta legislatura, abrir uma CPI sobre esta privatização criminosa.
Se conseguir se eleito, volterei á carga no ano que vem. E no outro, e no outro e no outro e enquanto eu puder.
Posto aí em cima um videio, da insuspeita Veja, para que todos saibam, da boca do próprio Fernando Henrique Cardoso, quem foi o grande incentivador deste crime de lesa-pátria.
Segue link para postagem original e vídeo
http://www.tijolaco.com/?p=21406&cpage=1#comment-50196
Meu comentário
Cadê a Justiça, FHC ainda não foi preso, imagina só isso acontecendo num país civilizado.
Põe essa figura atrás das grades.
Deputado, não é correto dizer que a Vale foi vendida
Ela foi simplesmente doada aos amiguinhos de FHC, que hoje estão na direção de uma companhia que já naquela época era uma das maiores do mundo mas que FHC dizia a todo momento, através de um comercial estrelado por Raul Cortez que repetia a todo momento a frase "A Vale Não Vale" para dar a entender ao povo brasileiro que a Vale tinha que ser vendida pois não valia nada.
Foi pura má fé de FHC que, através de estudos encomendados, ficou sabendo que logo logo o preço do aço iria disparar no mercado internacional por conta da demanda da China.
Não se esqueça de que os "compradores" da Vale receberam do BNDES a grana da "compra"
O Estado brasileiro ficou com as dívidas fiscais da Vale, os tais esqueletos da privataria, há livros demonstrando isso mas que a imprensa em conluio com o esquema tucano-demo esconde.
A verdade é que o governo pagou e muito para que alguém aceitasse de presente "A Vale Que Não Vale"
E se valesse?
...
" O governo FHC afirmou que a privatização das empresas públicas havia arrecadado 68,7 bilhões de reais, nos liberando de dívidas de mais de 16,5 bilhões de reais.
Sendo assim, o saldo teria sido positivo, de 85,2 bilhões de reais para os bolsos do Estado.
Contudo, segundo Biondi, existiram vendas de longo prazo, a serem pagas em muitas prestações. E dívidas das empresas que, antes da privatização, tinham sido repassadas ao próprio governo.
Além disso, algumas despesas ficaram escondidas da opinião pública, como investimentos feitos antes das privatizações, custos das demissões em massa, dividendos que o governo deixou de receber:
14,8 bilhões de reais das prestações que não entraram no caixa do governo.
24,8 bilhões de reais seriam dívidas assumidas pelo governo.
37,4 bilhões de reais foram de investimentos feitos antes das vendas.
8,9 bilhões de reais teria sido o valor recebido em “moedas podres”, desvalorizadas no mercado.
E, por fim, 1,7 bilhão de reais em dinheiro que as empresas privatizadas tinham em caixa e foi repassado aos compradores."
FONTE: Um Balanço do Desmonte do Estado (1999), de autoria do jornalista Aloysio Biondi
..,,,
Mega-Mega Sena do petróleo. Roubada.
Aloysio Biondi
Revista Caros Amigos , março de 2000
O Brasil virou trilionário, mas o povo não sabe, o Congresso não sabe, e FHC vai entregar tudo
Nunca é demais repetir: o brasileiro ficou bilionário, ou trilionário, e não sabe. Não é exagero, não. Em fevereiro do ano passado, o campo de Marlim, explorado pela Petrobrás na bacia de Campos, produzia 200.000 barris de petróleo. Por dia. Um único campo. Agora, em janeiro de 2000, o mesmo campo produziu 400.000 barris por dia. Qual o faturamento da Petrobrás, do governo brasileiro, com essa produção fantástica? É fácil fazer as contas: 400.000 barris por dia significam 12 milhões de barris por mês, ou algo como 150 milhões de barris por ano. Ao preço atual de 30 dólares o barril, são 4,5 bilhões (com a letra “b”) de dólares por ano, ou 9 bilhões de reais por ano. Mesmo que o preço atual, que está exagerado, venha a cair para 25 dólares o barril, o faturamento chegará a 3,75 bilhões de dólares, ou 7,5 bilhões de reais. Cifras fantásticas, e que vão ser duplicadas em poucos meses, pois os estudos da Petrobrás mostraram que as reservas da região permitem dobrar o número de poços perfurados. Serão, portanto, uns 18 bilhões de reais de faturamento por ano – e com uma margem de lucro fantástica. Por quê? Os poços da plataforma brasileira têm uma produção também espantosa, igual à obtida nos campos do Irã, Iraque, Arábia Saudita, com 7.000 a 10.000 barris produzidos por dia. Em cada poço.
Segue link para ótimo artigo, de 2000 mas atualíssimo, publicado no Conversa Afiada, PHA,
leia-o na íntegra
http://www.conversaafiada.com.br/antigo/?p=18602
O resultado da rapinagem tucano-demo é que o
Brasil está refém da tecnologia, pois que abriu mão de áreas estratégicas, hoje o governo está batendo a cabeça para ver se consegue oferecer banda larga para a população e assim alavancar a economia,,,o mercado da telefonia poderia ter sido aberto para empresas estrangeiras mas sem entregar a preço de banana a Telebrás, como se sabe, FHC a entregou ao seu amiguinho Daniel Dantas.,,ainda assim esta gente vem querer cantar de galo,,,
Interessante este este artigo, ainda mais por ter sido escrito por um tucano e não um petista,,,ísso foi escrito por nada mais nada menos do que Bresser Pereira, leia com a devida atenção,,tá no Luis Nassif Online:
Bresser e a privatização da telefonia
Por Hamilton
O que será que FHC e Serra vão achar disso?
LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA
O menino tolo
Só um bobo dá a estrangeiros serviços públicos como as telefonias fixa e móvel
JOÃO É DONO de um jogo de armar. Dois meninos mais velhos e mais espertos, Gonçalo e Manuel, persuadem João a trocar o seu belo jogo por um pirulito.
Feita a troca, e comido o pirulito, João fica olhando Gonçalo e Manoel, primeiro, se divertirem com o jogo de armar, e, depois, montarem uma briga para ver quem fica o único dono. Alguma semelhança entre essa estoriazinha e a realidade?
Não é preciso muita imaginação para descobrir. João é o Brasil que abriu a telefonia fixa e a celular para estrangeiros. Gonçalo é a Espanha e sua Telefônica, Manuel é Portugal e a Portugal Telecom; os dois se engalfinham diante da oferta "irrecusável" da Telefônica para assumir o controle da Vivo, hoje partilhado por ela com os portugueses.
Mas por que eu estou chamando o Brasil de menino bobo? Porque só um tolo entrega a empresas estrangeiras serviços públicos, como são a telefonia fixa e a móvel, que garantem a seus proprietários uma renda permanente e segura.
No caso da telefonia fixa, a privatização é inaceitável porque se trata de monopólio natural. No caso da telefonia móvel, há alguma competição, de forma que a privatização é bem-vinda, mas nunca para estrangeiros.
Estou, portanto, pensando em termos do "condenável" nacionalismo econômico cuja melhor justificação está no interesse que foi demonstrado pelos governos da Espanha e de Portugal.
O governo espanhol, nos anos 90, aproveitou a hegemonia neoliberal da época para subsidiar de várias maneiras suas empresas a comprarem os serviços públicos que estavam então sendo privatizados. Foram bem-sucedidos nessa tarefa.
Neste caso, foram os espanhóis os nacionalistas, enquanto os latino-americanos, inclusive os brasileiros, foram os colonialistas, ou os tolos.
Agora, quando a espanhola Telefônica faz uma oferta pelas ações da Vivo de propriedade da Portugal Telecom, o governo português entra no jogo e proíbe a transação.
A União Europeia já considerou ilegal essa atitude, mas o que importa aqui é que, neste caso, os nacionalistas são os portugueses que sabem como um serviço público é uma pepineira, e não querem que seu país a perca.
O menino tolo é o Brasil, que vê o nacionalismo econômico dos portugueses e dos espanhóis e, neste caso, nada tem a fazer senão honrar os contratos que assinou.
Vamos um dia ficar espertos novamente? Creio que sim. Nestes últimos anos, o governo brasileiro começou a reaprender, e está tratando de dar apoio a suas empresas.
Para horror dos liberais locais, está ajudando a criar campeões nacionais. Ou seja, está fazendo exatamente a mesma coisa que fazem os países ricos, que, apesar de seu propalado liberalismo, também não têm dúvida em defender suas empresas nacionais.
Se o setor econômico da empresa é altamente competitivo, não há razão para uma política dessa natureza. Quando, porém, o mercado é controlado por poucas empresas, ou, no caso dos serviços públicos, quando é monopolista ou quase monopolista, não faz sentido para um país pagar ao outro uma renda permanente ao fazer concessões públicas a empresas estrangeiras.
A briga entre espanhóis e portugueses pela Vivo é uma confirmação do que estou afirmando.
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/bresser-e-a-privatizacao-da-telefonia
O dia em que este país for, de novo, do povo brasileiro, ao menos a memória dos homens que entregaram, de mão beijada, a imensa riqueza do povo brasileiro representada pela Vale vai fazer companhia à de Joaquim Silvério dos Reis na galeria dos grandes traidores da brasilidade.
Saiu agora á noite o resultado semestral da Vale e só no segundo trimestre do ano ela deu lucros líquidos – líquidos! – de R$ 6,63 bilhões ou US$ 3,75 bilhões.
O valor é mais que os US 3,3 bilhões pelos quais ela foi vendida pelo Governo Fernando Henrique Cardoso.
Tentei, inutilmente, nesta legislatura, abrir uma CPI sobre esta privatização criminosa.
Se conseguir se eleito, volterei á carga no ano que vem. E no outro, e no outro e no outro e enquanto eu puder.
Posto aí em cima um videio, da insuspeita Veja, para que todos saibam, da boca do próprio Fernando Henrique Cardoso, quem foi o grande incentivador deste crime de lesa-pátria.
Segue link para postagem original e vídeo
http://www.tijolaco.com/?p=21406&cpage=1#comment-50196
Meu comentário
Cadê a Justiça, FHC ainda não foi preso, imagina só isso acontecendo num país civilizado.
Põe essa figura atrás das grades.
Deputado, não é correto dizer que a Vale foi vendida
Ela foi simplesmente doada aos amiguinhos de FHC, que hoje estão na direção de uma companhia que já naquela época era uma das maiores do mundo mas que FHC dizia a todo momento, através de um comercial estrelado por Raul Cortez que repetia a todo momento a frase "A Vale Não Vale" para dar a entender ao povo brasileiro que a Vale tinha que ser vendida pois não valia nada.
Foi pura má fé de FHC que, através de estudos encomendados, ficou sabendo que logo logo o preço do aço iria disparar no mercado internacional por conta da demanda da China.
Não se esqueça de que os "compradores" da Vale receberam do BNDES a grana da "compra"
O Estado brasileiro ficou com as dívidas fiscais da Vale, os tais esqueletos da privataria, há livros demonstrando isso mas que a imprensa em conluio com o esquema tucano-demo esconde.
A verdade é que o governo pagou e muito para que alguém aceitasse de presente "A Vale Que Não Vale"
E se valesse?
...
" O governo FHC afirmou que a privatização das empresas públicas havia arrecadado 68,7 bilhões de reais, nos liberando de dívidas de mais de 16,5 bilhões de reais.
Sendo assim, o saldo teria sido positivo, de 85,2 bilhões de reais para os bolsos do Estado.
Contudo, segundo Biondi, existiram vendas de longo prazo, a serem pagas em muitas prestações. E dívidas das empresas que, antes da privatização, tinham sido repassadas ao próprio governo.
Além disso, algumas despesas ficaram escondidas da opinião pública, como investimentos feitos antes das privatizações, custos das demissões em massa, dividendos que o governo deixou de receber:
14,8 bilhões de reais das prestações que não entraram no caixa do governo.
24,8 bilhões de reais seriam dívidas assumidas pelo governo.
37,4 bilhões de reais foram de investimentos feitos antes das vendas.
8,9 bilhões de reais teria sido o valor recebido em “moedas podres”, desvalorizadas no mercado.
E, por fim, 1,7 bilhão de reais em dinheiro que as empresas privatizadas tinham em caixa e foi repassado aos compradores."
FONTE: Um Balanço do Desmonte do Estado (1999), de autoria do jornalista Aloysio Biondi
..,,,
Mega-Mega Sena do petróleo. Roubada.
Aloysio Biondi
Revista Caros Amigos , março de 2000
O Brasil virou trilionário, mas o povo não sabe, o Congresso não sabe, e FHC vai entregar tudo
Nunca é demais repetir: o brasileiro ficou bilionário, ou trilionário, e não sabe. Não é exagero, não. Em fevereiro do ano passado, o campo de Marlim, explorado pela Petrobrás na bacia de Campos, produzia 200.000 barris de petróleo. Por dia. Um único campo. Agora, em janeiro de 2000, o mesmo campo produziu 400.000 barris por dia. Qual o faturamento da Petrobrás, do governo brasileiro, com essa produção fantástica? É fácil fazer as contas: 400.000 barris por dia significam 12 milhões de barris por mês, ou algo como 150 milhões de barris por ano. Ao preço atual de 30 dólares o barril, são 4,5 bilhões (com a letra “b”) de dólares por ano, ou 9 bilhões de reais por ano. Mesmo que o preço atual, que está exagerado, venha a cair para 25 dólares o barril, o faturamento chegará a 3,75 bilhões de dólares, ou 7,5 bilhões de reais. Cifras fantásticas, e que vão ser duplicadas em poucos meses, pois os estudos da Petrobrás mostraram que as reservas da região permitem dobrar o número de poços perfurados. Serão, portanto, uns 18 bilhões de reais de faturamento por ano – e com uma margem de lucro fantástica. Por quê? Os poços da plataforma brasileira têm uma produção também espantosa, igual à obtida nos campos do Irã, Iraque, Arábia Saudita, com 7.000 a 10.000 barris produzidos por dia. Em cada poço.
Segue link para ótimo artigo, de 2000 mas atualíssimo, publicado no Conversa Afiada, PHA,
leia-o na íntegra
http://www.conversaafiada.com.br/antigo/?p=18602
O resultado da rapinagem tucano-demo é que o
Brasil está refém da tecnologia, pois que abriu mão de áreas estratégicas, hoje o governo está batendo a cabeça para ver se consegue oferecer banda larga para a população e assim alavancar a economia,,,o mercado da telefonia poderia ter sido aberto para empresas estrangeiras mas sem entregar a preço de banana a Telebrás, como se sabe, FHC a entregou ao seu amiguinho Daniel Dantas.,,ainda assim esta gente vem querer cantar de galo,,,
Interessante este este artigo, ainda mais por ter sido escrito por um tucano e não um petista,,,ísso foi escrito por nada mais nada menos do que Bresser Pereira, leia com a devida atenção,,tá no Luis Nassif Online:
Bresser e a privatização da telefonia
Por Hamilton
O que será que FHC e Serra vão achar disso?
LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA
O menino tolo
Só um bobo dá a estrangeiros serviços públicos como as telefonias fixa e móvel
JOÃO É DONO de um jogo de armar. Dois meninos mais velhos e mais espertos, Gonçalo e Manuel, persuadem João a trocar o seu belo jogo por um pirulito.
Feita a troca, e comido o pirulito, João fica olhando Gonçalo e Manoel, primeiro, se divertirem com o jogo de armar, e, depois, montarem uma briga para ver quem fica o único dono. Alguma semelhança entre essa estoriazinha e a realidade?
Não é preciso muita imaginação para descobrir. João é o Brasil que abriu a telefonia fixa e a celular para estrangeiros. Gonçalo é a Espanha e sua Telefônica, Manuel é Portugal e a Portugal Telecom; os dois se engalfinham diante da oferta "irrecusável" da Telefônica para assumir o controle da Vivo, hoje partilhado por ela com os portugueses.
Mas por que eu estou chamando o Brasil de menino bobo? Porque só um tolo entrega a empresas estrangeiras serviços públicos, como são a telefonia fixa e a móvel, que garantem a seus proprietários uma renda permanente e segura.
No caso da telefonia fixa, a privatização é inaceitável porque se trata de monopólio natural. No caso da telefonia móvel, há alguma competição, de forma que a privatização é bem-vinda, mas nunca para estrangeiros.
Estou, portanto, pensando em termos do "condenável" nacionalismo econômico cuja melhor justificação está no interesse que foi demonstrado pelos governos da Espanha e de Portugal.
O governo espanhol, nos anos 90, aproveitou a hegemonia neoliberal da época para subsidiar de várias maneiras suas empresas a comprarem os serviços públicos que estavam então sendo privatizados. Foram bem-sucedidos nessa tarefa.
Neste caso, foram os espanhóis os nacionalistas, enquanto os latino-americanos, inclusive os brasileiros, foram os colonialistas, ou os tolos.
Agora, quando a espanhola Telefônica faz uma oferta pelas ações da Vivo de propriedade da Portugal Telecom, o governo português entra no jogo e proíbe a transação.
A União Europeia já considerou ilegal essa atitude, mas o que importa aqui é que, neste caso, os nacionalistas são os portugueses que sabem como um serviço público é uma pepineira, e não querem que seu país a perca.
O menino tolo é o Brasil, que vê o nacionalismo econômico dos portugueses e dos espanhóis e, neste caso, nada tem a fazer senão honrar os contratos que assinou.
Vamos um dia ficar espertos novamente? Creio que sim. Nestes últimos anos, o governo brasileiro começou a reaprender, e está tratando de dar apoio a suas empresas.
Para horror dos liberais locais, está ajudando a criar campeões nacionais. Ou seja, está fazendo exatamente a mesma coisa que fazem os países ricos, que, apesar de seu propalado liberalismo, também não têm dúvida em defender suas empresas nacionais.
Se o setor econômico da empresa é altamente competitivo, não há razão para uma política dessa natureza. Quando, porém, o mercado é controlado por poucas empresas, ou, no caso dos serviços públicos, quando é monopolista ou quase monopolista, não faz sentido para um país pagar ao outro uma renda permanente ao fazer concessões públicas a empresas estrangeiras.
A briga entre espanhóis e portugueses pela Vivo é uma confirmação do que estou afirmando.
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/bresser-e-a-privatizacao-da-telefonia
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Agora com mais tempo
Hoje retornei ao orkut, eu havia criado mais nunca tinha dado as caras por lá, fiquei feliz em ver um recado de uma pessoa que muito admiro, o Carlos Sena, ele me convidava para a exposição do Divino Sobral..,,,vou aproveitar para resonder a ele enviando-lhe o link desta postagem, melhor assim,,,mato dois coelhos com uma cajadada só....,,,,
Caro Carlos Sena:
Cheguei a pensar que estavas com raiva de mim.,,,, nunca mais havia visto nenhum recado seu por aqui, se bem que há dé cadas eu não volta vapor aqui, alguém do fato de que eu havia deletado o outro orkut temendo ser raqueado,..,,, quanto a exposição do Sobral eu havia deixado de visitar o mundo real por falta de tempo.,,,é que eu criado uma frota de 70 blogs (e mais outros), foi uma loucura..,,,,,,, imagina só o quanto era difícil para mim, não sei como eu conseguia.,,,,quando havia uma vírgula fora do lugar lá ia eu consertar o erro em 70 blogs, chegava a escrever dormindo..,,,,de repente fiquei livre de tudo quando me disseram quando agora está ótimo, estou cuidando de apenas 6 blogs,.,,,,,, sendo que um fica em ponto morto, 1 em atividade e os demais aguardando na fila..,,,,,ficou ótimo assim, além de atualizar o blog da vez, além destes somente o orkut, facebook e twiiter..,,,,de forma que sobrou mais tempo para mim, para o mundo real,.,,,para o contato físico,,..o que é uma delícia...,,,descobri dias atrás durante uma sessão de nebsa..,,,eu quis dizer mensagem grupal..ali´as, massagem, isso..... Abs,
Caro Carlos Sena:
Cheguei a pensar que estavas com raiva de mim.,,,, nunca mais havia visto nenhum recado seu por aqui, se bem que há dé cadas eu não volta vapor aqui, alguém do fato de que eu havia deletado o outro orkut temendo ser raqueado,..,,, quanto a exposição do Sobral eu havia deixado de visitar o mundo real por falta de tempo.,,,é que eu criado uma frota de 70 blogs (e mais outros), foi uma loucura..,,,,,,, imagina só o quanto era difícil para mim, não sei como eu conseguia.,,,,quando havia uma vírgula fora do lugar lá ia eu consertar o erro em 70 blogs, chegava a escrever dormindo..,,,,de repente fiquei livre de tudo quando me disseram quando agora está ótimo, estou cuidando de apenas 6 blogs,.,,,,,, sendo que um fica em ponto morto, 1 em atividade e os demais aguardando na fila..,,,,,ficou ótimo assim, além de atualizar o blog da vez, além destes somente o orkut, facebook e twiiter..,,,,de forma que sobrou mais tempo para mim, para o mundo real,.,,,para o contato físico,,..o que é uma delícia...,,,descobri dias atrás durante uma sessão de nebsa..,,,eu quis dizer mensagem grupal..ali´as, massagem, isso..... Abs,
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Serra diz que não inventou os genéricos
http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/mat/2010/07/28/serra-diz-que-nao-inventou-mas-fez-acontecer-os-remedios-genericos-917256658.asp
Meu comentário
Quem deu a notícia foi um insuspeito Globo, tá vendo como Serra terminou confessando a verdade, será que ele vai desmentir outras coisas, por sinal a relação de mentiras do Serra está bem grande, indo da invenção do FAT (que ele diz ter inventado sem ter apresentado sequer uma emenda) a tudo o mais que existe no mundo e que ele atribui ser ele mesmo o inventor.
A imagem acima foi publicada no Tijolaço do Brizola Neto, leia
http://www.tijolaco.com/?p=21069
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11- Serra diz que não inventou os genéricos
terça-feira, 27 de julho de 2010
Serra tem nojo de pobre
"Na foto tirada ontem enquanto José Serra fazia campanha no Paraná, o candidato tucano pega -sem muito entusiasmo- na mão de uma eleitora, mas beija a própria mão.. Perceba que Serra mantém distância do povo, lá no alto, enquanto lá em baixo uma fila de senhoras tentam cumprimentar o candidato. Não é novidade para ninguém que o PSDB é o partido dos ricos, dos bancos, das classes altas e da massa cheirosa, como define a tucana Eliane Cantanhêde
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“Era quase meia-noite quando entrou Serra no carro e tomou o rumo do aeroporto, onde o jatinho do governo paulista o aguardava para levá-lo de volta. Ao sentar, imediatamente pegou um frasco de álcool, à sua disposição no bolsão do assento do passageiro, e limpou as mãos. A gripe suína não existia ainda: há anos ele tem o hábito de lavar as mãos várias vezes ao dia, sobretudo depois de cumprimentar estranhos; quando não pode, usa álcool.” Na revista Piauí
http://blogdoonipresente.blogspot.com/2010/07/flagrante-do-preconceito-de-jose-serra.html
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Jorge Furtado, diretor de cinema, fala de 10 motivos falsos criados para não votar em Dilma - do Grupo Beatrice
Tenho alguns amigos que não pretendem votar na Dilma, um ou outro até diz que vai votar no Serra. Espero que sigam sendo meus amigos. Política, como ensina André Comte-Sponville, supõe conflitos:
“A política nos reúne nos opondo: ela nos opõe sobre a melhor maneira de nos reunir”.
Leio diariamente o noticiário político e ainda não encontrei bons argumentos para votar no Serra, uma candidatura que cada vez mais assume seu caráter conservador. Serra representa o grupo político que governou o Brasil antes do Lula, com desempenho, sob qualquer critério, muito inferior ao do governo petista, a comparação chega a ser enfadonha, vai lá para o pé da página, quem quiser que leia. (1)
Ouvi alguns argumentos razoáveis para votar em Marina, como incluir a sustentabilidade na agenda do desenvolvimento. Marina foi ministra do Lula por sete anos e parece ser uma boa pessoa, uma batalhadora das causas ambientalistas. Tem, no entanto (na minha opinião) o inconveniente de fazer parte de uma igreja bastante rígida, o que me faz temer sobre a capacidade que teria um eventual governo comandado por ela de avançar em questões fundamentais como os direitos dos homossexuais, a descriminalização do aborto ou as pesquisas envolvendo as células tronco.
Ouço e leio alguns argumentos para não votar em Dilma, argumentos que me parecem inconsistentes, distorcidos, precários ou simplesmente falsos. Passo a analisar os dez mais freqüentes.
1. “Alternância no poder é bom”.
Falso. O sentido da democracia não é a alternância no poder e sim a escolha, pela maioria, da melhor proposta de governo, levando-se em conta o conhecimento que o eleitor tem dos candidatos e seus grupo políticos, o que dizem pretender fazer e, principalmente, o que fizeram quando exerceram o poder. Ninguém pode defender seriamente a idéia de que seria boa a alternância entre a recessão e o desenvolvimento, entre o desemprego e a geração de empregos, entre o arrocho salarial e o aumento do poder aquisitivo da população, entre a distribuição e a concentração da riqueza. Se a alternância no poder fosse um valor em si não precisaria haver eleição e muito menos deveria haver a possibilidade de reeleição.
2. “Não há mais diferença entre direita e esquerda”.
Falso. Esquerda e direita são posições relativas, não absolutas. A esquerda é, desde a sua origem, a posição política que tem por objetivo a diminuição das desigualdades sociais, a distribuição da riqueza, a inserção social dos desfavorecidos. As conquistas necessárias para se atingir estes objetivos mudam com o tempo. Hoje, ser de esquerda significa defender o fortalecimento do estado como garantidor do bem-estar social, regulador do mercado, promotor do desenvolvimento e da distribuição de riqueza, tudo isso numa sociedade democrática com plena liberdade de expressão e ampla defesa das minorias. O complexo (e confuso) sistema político brasileiro exige que os vários partidos se reúnam em coligações que lhes garantam maioria parlamentar, sem a qual o país se torna ingovernável. A candidatura de Dilma tem o apoio de políticos que jamais poderiam ser chamados de “esquerdistas”, como Sarney, Collor ou Renan Calheiros, lideranças regionais que se abrigam principalmente no PMDB, partido de espectro ideológico muito amplo. José Serra tem o apoio majoritário da direita e da extrema-direita reunida no DEM (2), da “direita” do PMDB, além do PTB, PPS e outros pequenos partidos de direita: Roberto Jefferson, Jorge Borhausen, ACM Netto, Orestes Quércia, Heráclito Fortes, Roberto Freire, Demóstenes Torres, Álvaro Dias, Arthur Virgílio, Agripino Maia, Joaquim Roriz, Marconi Pirilo, Ronaldo Caiado, Katia Abreu, André Pucinelli, são todos de direita e todos serristas, isso para não falar no folclórico Índio da Costa, vice de Serra. Comparado com Agripino Maia ou Jorge Borhausen, José Sarney é Che Guevara.
3. “Dilma não é simpática”.
Argumento precário e totalmente subjetivo. Precário porque a simpatia não é, ou não deveria ser, um atributo fundamental para o bom governante. Subjetivo, porque o quesito “simpatia” depende totalmente do gosto do freguês. Na minha opinião, por exemplo, é difícil encontrar alguém na vida pública que seja mais antipático que José Serra, embora ele talvez tenha sido um bom governante de seu estado. Sua arrogância com quem lhe faz críticas, seu destempero e prepotência com jornalistas, especialmente com as mulheres, chega a ser revoltante.
4. “Dilma não tem experiência”.
Argumento inconsistente. Dilma foi secretária de estado, foi ministra de Minas e Energia e da Casa Civil, fez parte do conselho da Petrobras, gerenciou com eficiência os gigantescos investimentos do PAC, dos programas de habitação popular e eletrificação rural. Dilma tem muito mais experiência administrativa, por exemplo, do que tinha o Lula, que só tinha sido parlamentar, nunca tinha administrado um orçamento, e está fazendo um bom governo.
5. “Dilma foi terrorista”.
Argumento em parte falso, em parte distorcido. Falso, porque não há qualquer prova de que Dilma tenha tomado parte de ações “terroristas”. Distorcido, porque é fato que Dilma fez parte de grupos de resistência à ditadura militar, do que deve se orgulhar, e que este grupo praticou ações armadas, o que pode (ou não) ser condenável. José Serra também fez parte de um grupo de resistência à ditadura, a AP (Ação Popular), que também praticou ações armadas, das quais Serra não tomou parte. Muitos jovens que participaram de grupos de resistência à ditadura hoje participam da vida democrática como candidatos. Alguns, como Fernando Gabeira, participaram ativamente de seqüestros, assaltos a banco e ações armadas. A luta daqueles jovens, mesmo que por meios discutíveis, ajudou a restabelecer a democracia no país e deveria ser motivo de orgulho, não de vergonha.
6. “As coisas boas do governo petista começaram no governo tucano”.
Falso. Todo governo herda políticas e programas do governo anterior, políticas que pode manter, transformar, ampliar, reduzir ou encerrar. O governo FHC herdou do governo Itamar o real, o programa dos genéricos, o FAT, o programa de combate a AIDS. Teve o mérito de manter e aperfeiçoá-los, desenvolvê-los, ampliá-los. O governo Lula herdou do governo FHC, por exemplo, vários programas de assistência social. Teve o mérito de unificá-los e ampliá-los, criando o Bolsa Família. De qualquer maneira, os resultados do governo Lula são tão superiores aos do governo FHC que o debate “quem começou o quê” torna-se irrelevante.
7. “Serra vai moralizar a política”.
Argumento inconsistente. Nos oito anos de governo tucano-pefelista – no qual José Serra ocupou papel de destaque, sendo escolhido para suceder FHC – foram inúmeros os casos de corrupção, um deles no próprio Ministério da Saúde, comandado por Serra, o superfaturamento de ambulâncias investigado pela “Operação Sanguessuga”. Se considerarmos o volume de dinheiro público desviado para destinos nebulosos e paraísos fiscais nas privatizações e o auxílio luxuoso aos banqueiros falidos, o governo tucano talvez tenha sido o mais corrupto da história do país. Ao contrário do que aconteceu no governo Lula, a corrupção no governo FHC não foi investigada por nenhuma CPI, todas sepultadas pela maioria parlamentar da coligação PSDB-PFL. O procurador da república ficou conhecido com “engavetador da república”, tal a quantidade de investigações criminais que morreram em suas mãos. O esquema de financiamento eleitoral batizado de “mensalão” foi criado pelo presidente nacional do PSDB, senador Eduardo Azeredo, hoje réu em processo criminal. O governador José Roberto Arruda, do DEM, era o principal candidato ao posto de vice-presidente na chapa de Serra, até ser preso por corrupção no “mensalão do DEM”. Roberto Jefferson, réu confesso do mensalão petista, hoje apóia José Serra. Todos estes fatos, incontestáveis, não indicam que um eventual governo Serra poderia ser mais eficiente no combate à corrupção do que seria um governo Dilma, ao contrário.
8. “O PT apóia as FARC”.
Argumento falso. É fato que, no passado, as FARC ensaiaram uma tentativa de institucionalização e buscaram aproximação com o PT, então na oposição, e também com o governo brasileiro, através de contatos com o líder do governo tucano, Arthur Virgílio. Estes contatos foram rompidos com a radicalização da guerrilha na Colômbia e nunca foram retomados, a não ser nos delírios da imprensa de extrema-direita. A relação entre o governo brasileiro e os governos estabelecidos de vários países deve estar acima de divergências ideológicas, num princípio básico da diplomacia, o da auto-determinação dos povos. Não há notícias, por exemplo, de capitalistas brasileiros que defendam o rompimento das relações com a China, um dos nossos maiores parceiros comerciais, por se tratar de uma ditadura. Ou alguém acha que a China é um país democrático?
9. “O PT censura a imprensa”.
Argumento falso. Em seus oito anos de governo o presidente Lula enfrentou a oposição feroz e constante dos principais veículos da antiga imprensa. Esta oposição foi explicitada pela presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) que declarou que seus filiados assumiram “a posição oposicionista (sic) deste país”. Não há registro de um único caso de censura à imprensa por parte do governo Lula. O que há, frequentemente, é a queixa dos órgãos de imprensa sobre tentativas da sociedade e do governo, a exemplo do que acontece em todos os países democráticos do mundo, de regulamentar a atividade da mídia.
10. “Os jornais, a televisão e as revistas falam muito mal da Dilma e muito bem do Serra”.
Isso é verdade. E mais um bom motivo para votar nela e não nele.
x
(1) Alguns dados comparativos dos governos FHC e Lula.
Geração de empregos:
FHC/Serra = 780 mil x Lula/Dilma = 12 milhões
Salário mínimo:
FHC/Serra = 64 dólares x Lula/Dilma = 290 dólares
Mobilidade social (brasileiros que deixaram a linha da pobreza):
FHC/Serra = 2 milhões x Lula/Dilma = 27 milhões
Risco Brasil:
FHC/Serra = 2.700 pontos x Lula/Dilma = 200 pontos
Dólar:
FHC/Serra = R$ 3,00 x Lula/Dilma = R$ 1,78
Reservas cambiais:
FHC/Serra = 185 bilhões de dólares negativos x Lula/Dilma = 239 bilhões de dólares positivos.
Relação crédito/PIB:
FHC/Serra = 14% x Lula/Dilma = 34%
Produção de automóveis:
FHC/Serra = queda de 20% x Lula/Dilma = aumento de 30%
Taxa de juros:
FHC/Serra = 27% x Lula/Dilma = 10,75%
(2) Elio Gaspari, na Folha de S.Paulo de 25.07.10:
José Serra começou sua campanha dizendo: “Não aceito o raciocínio do nós contra eles”, e em apenas dois meses viu-se lançado pelo seu colega de chapa numa discussão em torno das ligações do PT com as Farc e o narcotráfico. Caso típico de rabo que abanou o cachorro. O destempero de Indio da Costa tem método. Se Tupã ajudar Serra a vencer a eleição, o DEM volta ao poder. Se prejudicar, ajudando Dilma Rousseff, o PSDB sairá da campanha com a identidade estilhaçada. Já o DEM, que entrou na disputa com o cocar do seu mensalão, sairá brandindo o tacape do conservadorismo feroz que renasceu em diversos países, sobretudo nos Estados Unidos.
Com informações do Blog do Jorge Furtado
PS – Jorge Furtado é um famoso diretor gaúcho de cinema.
Entre suas obras, há o curta ILHA DAS FLORES, veja aqui:
http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/dez-falsas-raz%C3%B5es-para-n%C3%A3o-votar-na-dilma
Meu comentário
Com uma imagem dessa precico esrever alguma coisa
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“Era quase meia-noite quando entrou Serra no carro e tomou o rumo do aeroporto, onde o jatinho do governo paulista o aguardava para levá-lo de volta. Ao sentar, imediatamente pegou um frasco de álcool, à sua disposição no bolsão do assento do passageiro, e limpou as mãos. A gripe suína não existia ainda: há anos ele tem o hábito de lavar as mãos várias vezes ao dia, sobretudo depois de cumprimentar estranhos; quando não pode, usa álcool.” Na revista Piauí
http://blogdoonipresente.blogspot.com/2010/07/flagrante-do-preconceito-de-jose-serra.html
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Jorge Furtado, diretor de cinema, fala de 10 motivos falsos criados para não votar em Dilma - do Grupo Beatrice
Tenho alguns amigos que não pretendem votar na Dilma, um ou outro até diz que vai votar no Serra. Espero que sigam sendo meus amigos. Política, como ensina André Comte-Sponville, supõe conflitos:
“A política nos reúne nos opondo: ela nos opõe sobre a melhor maneira de nos reunir”.
Leio diariamente o noticiário político e ainda não encontrei bons argumentos para votar no Serra, uma candidatura que cada vez mais assume seu caráter conservador. Serra representa o grupo político que governou o Brasil antes do Lula, com desempenho, sob qualquer critério, muito inferior ao do governo petista, a comparação chega a ser enfadonha, vai lá para o pé da página, quem quiser que leia. (1)
Ouvi alguns argumentos razoáveis para votar em Marina, como incluir a sustentabilidade na agenda do desenvolvimento. Marina foi ministra do Lula por sete anos e parece ser uma boa pessoa, uma batalhadora das causas ambientalistas. Tem, no entanto (na minha opinião) o inconveniente de fazer parte de uma igreja bastante rígida, o que me faz temer sobre a capacidade que teria um eventual governo comandado por ela de avançar em questões fundamentais como os direitos dos homossexuais, a descriminalização do aborto ou as pesquisas envolvendo as células tronco.
Ouço e leio alguns argumentos para não votar em Dilma, argumentos que me parecem inconsistentes, distorcidos, precários ou simplesmente falsos. Passo a analisar os dez mais freqüentes.
1. “Alternância no poder é bom”.
Falso. O sentido da democracia não é a alternância no poder e sim a escolha, pela maioria, da melhor proposta de governo, levando-se em conta o conhecimento que o eleitor tem dos candidatos e seus grupo políticos, o que dizem pretender fazer e, principalmente, o que fizeram quando exerceram o poder. Ninguém pode defender seriamente a idéia de que seria boa a alternância entre a recessão e o desenvolvimento, entre o desemprego e a geração de empregos, entre o arrocho salarial e o aumento do poder aquisitivo da população, entre a distribuição e a concentração da riqueza. Se a alternância no poder fosse um valor em si não precisaria haver eleição e muito menos deveria haver a possibilidade de reeleição.
2. “Não há mais diferença entre direita e esquerda”.
Falso. Esquerda e direita são posições relativas, não absolutas. A esquerda é, desde a sua origem, a posição política que tem por objetivo a diminuição das desigualdades sociais, a distribuição da riqueza, a inserção social dos desfavorecidos. As conquistas necessárias para se atingir estes objetivos mudam com o tempo. Hoje, ser de esquerda significa defender o fortalecimento do estado como garantidor do bem-estar social, regulador do mercado, promotor do desenvolvimento e da distribuição de riqueza, tudo isso numa sociedade democrática com plena liberdade de expressão e ampla defesa das minorias. O complexo (e confuso) sistema político brasileiro exige que os vários partidos se reúnam em coligações que lhes garantam maioria parlamentar, sem a qual o país se torna ingovernável. A candidatura de Dilma tem o apoio de políticos que jamais poderiam ser chamados de “esquerdistas”, como Sarney, Collor ou Renan Calheiros, lideranças regionais que se abrigam principalmente no PMDB, partido de espectro ideológico muito amplo. José Serra tem o apoio majoritário da direita e da extrema-direita reunida no DEM (2), da “direita” do PMDB, além do PTB, PPS e outros pequenos partidos de direita: Roberto Jefferson, Jorge Borhausen, ACM Netto, Orestes Quércia, Heráclito Fortes, Roberto Freire, Demóstenes Torres, Álvaro Dias, Arthur Virgílio, Agripino Maia, Joaquim Roriz, Marconi Pirilo, Ronaldo Caiado, Katia Abreu, André Pucinelli, são todos de direita e todos serristas, isso para não falar no folclórico Índio da Costa, vice de Serra. Comparado com Agripino Maia ou Jorge Borhausen, José Sarney é Che Guevara.
3. “Dilma não é simpática”.
Argumento precário e totalmente subjetivo. Precário porque a simpatia não é, ou não deveria ser, um atributo fundamental para o bom governante. Subjetivo, porque o quesito “simpatia” depende totalmente do gosto do freguês. Na minha opinião, por exemplo, é difícil encontrar alguém na vida pública que seja mais antipático que José Serra, embora ele talvez tenha sido um bom governante de seu estado. Sua arrogância com quem lhe faz críticas, seu destempero e prepotência com jornalistas, especialmente com as mulheres, chega a ser revoltante.
4. “Dilma não tem experiência”.
Argumento inconsistente. Dilma foi secretária de estado, foi ministra de Minas e Energia e da Casa Civil, fez parte do conselho da Petrobras, gerenciou com eficiência os gigantescos investimentos do PAC, dos programas de habitação popular e eletrificação rural. Dilma tem muito mais experiência administrativa, por exemplo, do que tinha o Lula, que só tinha sido parlamentar, nunca tinha administrado um orçamento, e está fazendo um bom governo.
5. “Dilma foi terrorista”.
Argumento em parte falso, em parte distorcido. Falso, porque não há qualquer prova de que Dilma tenha tomado parte de ações “terroristas”. Distorcido, porque é fato que Dilma fez parte de grupos de resistência à ditadura militar, do que deve se orgulhar, e que este grupo praticou ações armadas, o que pode (ou não) ser condenável. José Serra também fez parte de um grupo de resistência à ditadura, a AP (Ação Popular), que também praticou ações armadas, das quais Serra não tomou parte. Muitos jovens que participaram de grupos de resistência à ditadura hoje participam da vida democrática como candidatos. Alguns, como Fernando Gabeira, participaram ativamente de seqüestros, assaltos a banco e ações armadas. A luta daqueles jovens, mesmo que por meios discutíveis, ajudou a restabelecer a democracia no país e deveria ser motivo de orgulho, não de vergonha.
6. “As coisas boas do governo petista começaram no governo tucano”.
Falso. Todo governo herda políticas e programas do governo anterior, políticas que pode manter, transformar, ampliar, reduzir ou encerrar. O governo FHC herdou do governo Itamar o real, o programa dos genéricos, o FAT, o programa de combate a AIDS. Teve o mérito de manter e aperfeiçoá-los, desenvolvê-los, ampliá-los. O governo Lula herdou do governo FHC, por exemplo, vários programas de assistência social. Teve o mérito de unificá-los e ampliá-los, criando o Bolsa Família. De qualquer maneira, os resultados do governo Lula são tão superiores aos do governo FHC que o debate “quem começou o quê” torna-se irrelevante.
7. “Serra vai moralizar a política”.
Argumento inconsistente. Nos oito anos de governo tucano-pefelista – no qual José Serra ocupou papel de destaque, sendo escolhido para suceder FHC – foram inúmeros os casos de corrupção, um deles no próprio Ministério da Saúde, comandado por Serra, o superfaturamento de ambulâncias investigado pela “Operação Sanguessuga”. Se considerarmos o volume de dinheiro público desviado para destinos nebulosos e paraísos fiscais nas privatizações e o auxílio luxuoso aos banqueiros falidos, o governo tucano talvez tenha sido o mais corrupto da história do país. Ao contrário do que aconteceu no governo Lula, a corrupção no governo FHC não foi investigada por nenhuma CPI, todas sepultadas pela maioria parlamentar da coligação PSDB-PFL. O procurador da república ficou conhecido com “engavetador da república”, tal a quantidade de investigações criminais que morreram em suas mãos. O esquema de financiamento eleitoral batizado de “mensalão” foi criado pelo presidente nacional do PSDB, senador Eduardo Azeredo, hoje réu em processo criminal. O governador José Roberto Arruda, do DEM, era o principal candidato ao posto de vice-presidente na chapa de Serra, até ser preso por corrupção no “mensalão do DEM”. Roberto Jefferson, réu confesso do mensalão petista, hoje apóia José Serra. Todos estes fatos, incontestáveis, não indicam que um eventual governo Serra poderia ser mais eficiente no combate à corrupção do que seria um governo Dilma, ao contrário.
8. “O PT apóia as FARC”.
Argumento falso. É fato que, no passado, as FARC ensaiaram uma tentativa de institucionalização e buscaram aproximação com o PT, então na oposição, e também com o governo brasileiro, através de contatos com o líder do governo tucano, Arthur Virgílio. Estes contatos foram rompidos com a radicalização da guerrilha na Colômbia e nunca foram retomados, a não ser nos delírios da imprensa de extrema-direita. A relação entre o governo brasileiro e os governos estabelecidos de vários países deve estar acima de divergências ideológicas, num princípio básico da diplomacia, o da auto-determinação dos povos. Não há notícias, por exemplo, de capitalistas brasileiros que defendam o rompimento das relações com a China, um dos nossos maiores parceiros comerciais, por se tratar de uma ditadura. Ou alguém acha que a China é um país democrático?
9. “O PT censura a imprensa”.
Argumento falso. Em seus oito anos de governo o presidente Lula enfrentou a oposição feroz e constante dos principais veículos da antiga imprensa. Esta oposição foi explicitada pela presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) que declarou que seus filiados assumiram “a posição oposicionista (sic) deste país”. Não há registro de um único caso de censura à imprensa por parte do governo Lula. O que há, frequentemente, é a queixa dos órgãos de imprensa sobre tentativas da sociedade e do governo, a exemplo do que acontece em todos os países democráticos do mundo, de regulamentar a atividade da mídia.
10. “Os jornais, a televisão e as revistas falam muito mal da Dilma e muito bem do Serra”.
Isso é verdade. E mais um bom motivo para votar nela e não nele.
x
(1) Alguns dados comparativos dos governos FHC e Lula.
Geração de empregos:
FHC/Serra = 780 mil x Lula/Dilma = 12 milhões
Salário mínimo:
FHC/Serra = 64 dólares x Lula/Dilma = 290 dólares
Mobilidade social (brasileiros que deixaram a linha da pobreza):
FHC/Serra = 2 milhões x Lula/Dilma = 27 milhões
Risco Brasil:
FHC/Serra = 2.700 pontos x Lula/Dilma = 200 pontos
Dólar:
FHC/Serra = R$ 3,00 x Lula/Dilma = R$ 1,78
Reservas cambiais:
FHC/Serra = 185 bilhões de dólares negativos x Lula/Dilma = 239 bilhões de dólares positivos.
Relação crédito/PIB:
FHC/Serra = 14% x Lula/Dilma = 34%
Produção de automóveis:
FHC/Serra = queda de 20% x Lula/Dilma = aumento de 30%
Taxa de juros:
FHC/Serra = 27% x Lula/Dilma = 10,75%
(2) Elio Gaspari, na Folha de S.Paulo de 25.07.10:
José Serra começou sua campanha dizendo: “Não aceito o raciocínio do nós contra eles”, e em apenas dois meses viu-se lançado pelo seu colega de chapa numa discussão em torno das ligações do PT com as Farc e o narcotráfico. Caso típico de rabo que abanou o cachorro. O destempero de Indio da Costa tem método. Se Tupã ajudar Serra a vencer a eleição, o DEM volta ao poder. Se prejudicar, ajudando Dilma Rousseff, o PSDB sairá da campanha com a identidade estilhaçada. Já o DEM, que entrou na disputa com o cocar do seu mensalão, sairá brandindo o tacape do conservadorismo feroz que renasceu em diversos países, sobretudo nos Estados Unidos.
Com informações do Blog do Jorge Furtado
PS – Jorge Furtado é um famoso diretor gaúcho de cinema.
Entre suas obras, há o curta ILHA DAS FLORES, veja aqui:
http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/dez-falsas-raz%C3%B5es-para-n%C3%A3o-votar-na-dilma
Meu comentário
Com uma imagem dessa precico esrever alguma coisa
segunda-feira, 26 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Linha dura para o cibercriminoso
Por Adriano S. Ribeiro - no Luis Nassif Online
Propostas para novo marco civil na Internet incluem armazenamento de dados para identificar infratores com rapidez
POR FRANCISCO EDSON ALVES
Rio - A concepção de que a Internet é território sem lei será deletada no Brasil. A Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, em parceria com o Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas, finaliza a redação do anteprojeto do Marco Civil da Internet. A retirada de conteúdos do ar e o armazenamento de dados são dois dos temas mais polêmicos. Um dos objetivos é rapidamente identificar e prender cibercriminosos.
Privacidade Intocada
A inédita ordem regulatória para a Internet no País poderá influenciar na vida de quem usa a rede diariamente, com desdobramentos na esfera criminal, no sistema bancário, no comércio e no serviço público, entre outras áreas. “Sempre visando ao anonimato e à privacidade, estamos tentando chegar a um certo consenso, compilando as quase 63 mil propostas, ponderações e críticas”, afirma o chefe de gabinete da secretaria, Guilherme Almeida. A redação final deverá ser enviada ao Congresso antes das eleições de outubro.
A técnica em enfermagem Aparecida Rejane de Souza, 37, espera que a nova lei a ajude a ter menos preocupação com a filha, Silvanna, 12, que usa a Internet todos os dias. “É preciso mesmo uma legislação específica. Minha filha já recebeu fotos pornográficas de um desconhecido. Se houvesse uma lei, com certeza o criminoso seria identificado pela polícia”, acredita Aparecida.
Hoje, ela só deixa a filha navegar em sua companhia e tem todas as senhas dela: “Às vezes me passo por ela para saber quem são seus amigos virtuais”. Pesquisa da empresa Norton Online mostra as crianças brasileiras são as que passam mais tempo na Internet — 18,3 horas por semana. Mas apenas 34% do pais conferem os sites.
Ajustes afastam violação de direitos básicos
A responsabilidade dos provedores de acesso sobre conteúdos de terceiros e a retirada do ar dos mesmos, temas espinhosos, serão redefinidas. O texto, em seu Artigo 20, determinava que quaisquer prejudicados poderiam notificar o provedor, que mandaria retirar o conteúdo imediatamente. De acordo com o vice-coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade, Carlos Affonso de Souza, isso constituía censura.
“Agora consta que a Justiça ficará encarregada de avaliar a questão e retirar o conteúdo. Antes, o Judiciário ficaria de lado”, ressalta.
A guarda de logs (registros de acesso e navegação), sugerida por até 6 meses, é outro ponto controverso, pois resvala na “invasão de privacidade”. Advogados e policiais defendem guarda de conteúdos por até 5 anos. “Dados preservados possibilitam investigações eficazes”, frisa Helen Sardenberg, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática.
“O sigilo, assim como o telefônico, só deve ser quebrado, via judicial, em casos de crimes. É regra”.
Como monitorar o que o seu filho faz na rede
RASTREIE
O botão ‘Histórico’ do navegador na web armazena os sites por onde seu filho navegou.
ESTEJA PRESENTEFaça com que seu filho o adicione como amigo nas redes sociais (como Orkut e Facebook), para você ver quem são os amigos dele. Instrua para adicionar apenas os amigos conhecidos, e não os ‘amigos de amigo’.
ESTEJA ATENTO
Pergunte se alguém on-line insiste em conhecer seu filho pessoalmente. Se isso for inevitável, não deixe de ir junto e marque encontros em lugares movimentados.
PERCEBA E COMPAREPreste atenção em possíveis mudanças de comportamento e esteja aberto ao diálogo.
DENUNCIE
Em caso de visualizar conteúdos suspeitos de violar direitos humanos, denuncie em http://www.denuncie.org.br/
http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/7/linha_dura_para_o_cibercriminoso_98570.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
FONTE: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/linha-dura-para-o-cibercriminoso-0
.
Atualização: 27/07/10
Toddy, sexo ao vivo e Restart (você sabia que seu filho ou filha faz sexo em rede?)
Por: Conceição Oliveira, no twitter: @maria_fro
Sexta-feira, por volta das 23 h, subi aqui no Blog da Mulher um texto que até o momento 321 pessoas, além de o lerem, compartilharam o link entre os seus seguidores da rede twitter, mais algumas dezenas compartilharam o mesmo link na rede do facebook e outras redes. Entre os mais de 70 comentários e dezenas de mensagens que recebi pelo twitter percebi o quanto homens e mulheres, muitos deles pais e educadores estão interessados em discutir o sexismo.
No domingo de madrugada qualquer usuário do twitter pôde saber muita coisa do adolescente de 16 anos que expôs, via twitcam (a tevê ao vivo do twitter ), a amiga de 14 anos para outros milhares de usuários daquela rede social.
Cerca de 25 mil espectadores (adultos e adolescentes) assistiram, ao vivo e a cores, uma adolescente que posteriormente disse ter 14 anos sentada no colo do amigo, consentindo ser bolinada. Durante a transmissão na madrugada o vídeo foi gravado, algumas imagens dos momentos mais picantes foram ‘printadas’ (copiadas como arquivo de foto direto da tela do computador) e inundaram a rede quase que simultaneamente à transmissão.
Leia mais
http://www.viomundo.com.br/blog-da-mulher/toddy-sexo-ao-vivo-e-restart.html
Meu comentário
Como foi tratado anteriormente, a internet é uma maravilha. A rede é hoje uma ótima fonte de informação, de aprendizado com prazer. Por outro lado, como qualquer outro meio de comunicação, a TV por exemplo, a web também pode ser usada para outros fins que não o de entreter ou educar.
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Propostas para novo marco civil na Internet incluem armazenamento de dados para identificar infratores com rapidez
POR FRANCISCO EDSON ALVES
Rio - A concepção de que a Internet é território sem lei será deletada no Brasil. A Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, em parceria com o Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas, finaliza a redação do anteprojeto do Marco Civil da Internet. A retirada de conteúdos do ar e o armazenamento de dados são dois dos temas mais polêmicos. Um dos objetivos é rapidamente identificar e prender cibercriminosos.
Silvanna só navega com a supervisão da mãe, Aparecida, que criou regras depoisA expectativa é que até o fim do ano o Congresso Nacional transforme em lei um conjunto de pouco mais de 30 artigos (a minuta está na página culturadigital.br/marcocivil), criados com a participação da sociedade civil, que definirão regras mínimas de direitos e responsabilidades de 70 milhões de internautas, provedores e governo na web.
que a filha recebeu fotos pornográficas de desconhecido André Mourão / Agência O
Dia
Privacidade Intocada
A inédita ordem regulatória para a Internet no País poderá influenciar na vida de quem usa a rede diariamente, com desdobramentos na esfera criminal, no sistema bancário, no comércio e no serviço público, entre outras áreas. “Sempre visando ao anonimato e à privacidade, estamos tentando chegar a um certo consenso, compilando as quase 63 mil propostas, ponderações e críticas”, afirma o chefe de gabinete da secretaria, Guilherme Almeida. A redação final deverá ser enviada ao Congresso antes das eleições de outubro.
A técnica em enfermagem Aparecida Rejane de Souza, 37, espera que a nova lei a ajude a ter menos preocupação com a filha, Silvanna, 12, que usa a Internet todos os dias. “É preciso mesmo uma legislação específica. Minha filha já recebeu fotos pornográficas de um desconhecido. Se houvesse uma lei, com certeza o criminoso seria identificado pela polícia”, acredita Aparecida.
Hoje, ela só deixa a filha navegar em sua companhia e tem todas as senhas dela: “Às vezes me passo por ela para saber quem são seus amigos virtuais”. Pesquisa da empresa Norton Online mostra as crianças brasileiras são as que passam mais tempo na Internet — 18,3 horas por semana. Mas apenas 34% do pais conferem os sites.
Ajustes afastam violação de direitos básicos
A responsabilidade dos provedores de acesso sobre conteúdos de terceiros e a retirada do ar dos mesmos, temas espinhosos, serão redefinidas. O texto, em seu Artigo 20, determinava que quaisquer prejudicados poderiam notificar o provedor, que mandaria retirar o conteúdo imediatamente. De acordo com o vice-coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade, Carlos Affonso de Souza, isso constituía censura.
“Agora consta que a Justiça ficará encarregada de avaliar a questão e retirar o conteúdo. Antes, o Judiciário ficaria de lado”, ressalta.
A guarda de logs (registros de acesso e navegação), sugerida por até 6 meses, é outro ponto controverso, pois resvala na “invasão de privacidade”. Advogados e policiais defendem guarda de conteúdos por até 5 anos. “Dados preservados possibilitam investigações eficazes”, frisa Helen Sardenberg, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática.
“O sigilo, assim como o telefônico, só deve ser quebrado, via judicial, em casos de crimes. É regra”.
Como monitorar o que o seu filho faz na rede
RASTREIE
O botão ‘Histórico’ do navegador na web armazena os sites por onde seu filho navegou.
ESTEJA PRESENTEFaça com que seu filho o adicione como amigo nas redes sociais (como Orkut e Facebook), para você ver quem são os amigos dele. Instrua para adicionar apenas os amigos conhecidos, e não os ‘amigos de amigo’.
ESTEJA ATENTO
Pergunte se alguém on-line insiste em conhecer seu filho pessoalmente. Se isso for inevitável, não deixe de ir junto e marque encontros em lugares movimentados.
PERCEBA E COMPAREPreste atenção em possíveis mudanças de comportamento e esteja aberto ao diálogo.
DENUNCIE
Em caso de visualizar conteúdos suspeitos de violar direitos humanos, denuncie em http://www.denuncie.org.br/
http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/7/linha_dura_para_o_cibercriminoso_98570.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
FONTE: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/linha-dura-para-o-cibercriminoso-0
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Atualização: 27/07/10
Toddy, sexo ao vivo e Restart (você sabia que seu filho ou filha faz sexo em rede?)
Por: Conceição Oliveira, no twitter: @maria_fro
Sexta-feira, por volta das 23 h, subi aqui no Blog da Mulher um texto que até o momento 321 pessoas, além de o lerem, compartilharam o link entre os seus seguidores da rede twitter, mais algumas dezenas compartilharam o mesmo link na rede do facebook e outras redes. Entre os mais de 70 comentários e dezenas de mensagens que recebi pelo twitter percebi o quanto homens e mulheres, muitos deles pais e educadores estão interessados em discutir o sexismo.
No domingo de madrugada qualquer usuário do twitter pôde saber muita coisa do adolescente de 16 anos que expôs, via twitcam (a tevê ao vivo do twitter ), a amiga de 14 anos para outros milhares de usuários daquela rede social.
Cerca de 25 mil espectadores (adultos e adolescentes) assistiram, ao vivo e a cores, uma adolescente que posteriormente disse ter 14 anos sentada no colo do amigo, consentindo ser bolinada. Durante a transmissão na madrugada o vídeo foi gravado, algumas imagens dos momentos mais picantes foram ‘printadas’ (copiadas como arquivo de foto direto da tela do computador) e inundaram a rede quase que simultaneamente à transmissão.
Leia mais
http://www.viomundo.com.br/blog-da-mulher/toddy-sexo-ao-vivo-e-restart.html
Meu comentário
Como foi tratado anteriormente, a internet é uma maravilha. A rede é hoje uma ótima fonte de informação, de aprendizado com prazer. Por outro lado, como qualquer outro meio de comunicação, a TV por exemplo, a web também pode ser usada para outros fins que não o de entreter ou educar.
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06- Linha dura para o cibercriminoso
Outra fonte de informação: a internet
Estive pensando no meu amigo Chagas, aquele que tem como fonte de informação apenas a Veja e o JN/Globo
Na internet ele se restringe aos contatos pessoais, não a usando como fonte de informação
Tenho esperança de meu amigo descubra que a internet é uma forma de informação e de alteração da realidade
Clique na imagem para ler


As candidaturas e as redes sociais
Entrevista com o professor e sociólogo Sérgio Amadeu
Por Marise - no Luis Nassif Online
Sérgio Amadeu da Silveira é uma figura ímpar. Doutor em Ciência Política pela USP, é mais lembrado como defensor e divulgador do Software Livre e da inclusão digital no Brasil. Foi presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e é professor adjunto da Universidade Federal do ABC (UFABC). Amadeu, autor dos livros Exclusão Digital e Software livre, cultura hacker e ecossistema da colaboração concedeu entrevista ao Sul 21 durante o 11º Fórum Internacional de Software Livre, que se realiza até amanhã em Porto Alegre.
Sul 21: Ontem, um candidato gaúcho a deputado estadual, revelou que fará uma campanha exclusivamente digital – não haverá santinhos, palanques, nada, apenas o suporte digital, ou seja, a Internet. O que o senhor pensa a respeito?
Sérgio Amadeu: Quem consegue se promover nas redes sociais é quem obedece suas lógicas. Há cada vez mais candidatos que usam tais redes e o problema que eles enfrentam é que a maioria da sociedade possui certa rejeição aos políticos, mas é um direito deles tentar a comunicação. Muitos estão usando o twitter de forma correta, sem violar as regras tácitas de conduta. Quem faz isso, quem responde pessoalmente a quem lhe escreve, quem dialoga, quem não xinga, pode ter um ganho. O importante é não usar as redes como broadcasting, não usar como se fosse apenas um meio de divulgar mensagens. O twitter é interação. Isso tem de ser respeitado sempre. O fundamental é responder aos questionamentos. Quem faz isso tem grandes possibilidades de ganhar o eleitor. É uma espécie de corpo-a-corpo. É claro que o candidato não deve responder aos trolls – que são pessoas obcecadas pela polêmica e que naturalmente devem ser ignoradas – , pois só geram mais brigas e trolls.
E as outras redes sociais?
Quem utiliza bem as ferramentas sabe que uma rede social pode ligar-se a outra. Um bom utilizador destes meios é quem, por exemplo, escreve um post em seu blog ou atualiza seu site e imediatamente informa o fato a seus seguidores do twitter e aos amigos do Facebook e do Orkut. A sugestão de leitura movimenta as pessoas, chama mais gente. Hoje, há que usar o Twitter, o Facebook e o Orkut.
Quem usa mal as redes sociais?
Os candidatos que usam as redes sociais como se fossem mais um canal para ele falar sozinho. Se o candidato ignorar a interação, se não se colocar ao nível do eleitor, demonstra que não compreende as ferramentas de que dispõe.
Em segundos, eu costumo receber dez tuítes seguidos de uma candidata e ela não responde...
Sim, isto não é eficaz, ninguém lê dez tuítes em série porque identifica logo que foi resultado de um processo automático. É uma panfletagem sem sentido prático. Outra coisa que não funciona é o spam. Eu recebi uma mala direta de Geraldo Alckmin. Era uma coisa que não perguntava se eu queria seguir recebendo notícias dele, era um santinho eletrônico. Isso só irrita. Eu não pedi nada para ele. Mas sou de opinião que dá para fazer uma campanha pela internet, principalmente se for de candidatos de eleições proporcionais. Há uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet que diz que, nas regiões Sul e Sudeste, 74% dos jovens entre 16 e 24 anos acessam no mínimo mensalmente a internet, seja em casa, seja fora. E metade destes acessam diariamente. É um número altíssimo.
Você acha que os candidatos às majoritárias são obrigados a usar a Internet?
Sem dúvida. Se ele se eximir, vão falar mal dele. Não é que ele vá ganhar muitos votos nas redes sociais, é que vai deixar de perder, o que é a mesma coisa. Afinal, ele será contestado e desafiado, vão espalhar boatos... Então, tem de ficar atento e interagir. A Internet mudou o modo de fazer campanha, claro.
E como responder a milhares de seguidores?
Bem, em linguagem de Internet, eu diria que você tem de ser verdadeiro, não pode ser fake. Se o candidato utilizar uma equipe para responder, deve informar que tem uma equipe. Uma das realidades da rede é a comunicação horizontal e pessoal. Então, o candidato tem que dizer “como não consigo responder a todos, vou responder a algumas pessoas”. Isso é aceitável, é razoável para políticos e não políticos. Porém, quem é candidato a presidente, governador ou senador tem uma empresa de marketing fazendo sua campanha. Obviamente, estes publicitários já trabalham com as redes sociais dentro e fora do período eleitoral. Eles usam a chamada “análise de mídia social” e têm “articuladores de mídias sociais”. Esse batalhão está nas campanhas.
E são eles que respondem aos seguidores e amigos?
Sim, mas veja o caso de Obama. O Obama tinha assessores que se revezavam no twitter. A cada questão mais complicada, ele era consultado e ditava sua resposta. Isso foi possível porque o twitter recém tinha aparecido – o Obama tinha menos de 200 mil seguidores e a maioria deles era pessoal da imprensa e bons blogueiros. Ele e seus assessores souberam usar muito bem o twitter. Tanto que as comunicações e decisões mais importantes vinham por ali. E também os links, o direcionamento para outras mídias, as indicações sobre o que ler e onde.
Ele pautava a imprensa...
Sim, mas também formava uma reputação. Porque as mídias sociais não apenas servem para contato, mas para que se conheça a postura, a seriedade, a gentileza e educação de quem participa. A credibilidade, grande bastião dos jornais, está por inteiro nas redes sociais. Reputação é sinônimo de credibilidade. A população sabe o que está fazendo, mesmo quando compra jornais dos quais desconfia. Por exemplo, a pessoa que compra a Veja tem um determinado perfil pessoal ou sabe o que é a Veja. Sabe que ali não há os dois lados, que não é jornalismo, mas este é outro assunto..
http://www.sul21.com.br/index.php/permalink/destaque/63
FONTE: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/as-candidaturas-e-as-redes-sociais
Dr Rosinha e a estréia da entrevista via twitter
Entrevista com Dr. Rosinha é a primeira de uma séria que acontecerá via Twitter
Estamos inaugurando uma nova modalidade no jornalismo deste blogue. Hoje das 14h30 às 15h30 fiz uma entrevista via Twitter com o deputado federal Dr Rosinha (PT-PR). Quem nos segue pôde acompanhar a conversa ao vivo. Agora disponibilizo-a aqui.
O padrão da entrevista é simples. No horário combinado começa-se a conversa. A pergunta não pode exceder um tweet. E a resposta deve ter no máximo três.
Pretendo convidar outros atores políticos (jornalistas, marqueteiros, candidatos, sociólogos, pesquisadores etc) para conversas com esse formato neste período eleitoral. Depois de outubro, vamos usar este instrumento para outros temas.
Não conheço blogueiros que estejam fazendo uso deste formato de entrevista. Mas como quase nada se inventa na rede, certamente alguém já deve estar fazendo algo parecido. O importante é ir testando novas fórmulas jornalísticas usando redes sociais.
Segue a conversa:
@DrRosinha, como o senhor avalia a composição que foi feita para a disputa estadual no Paraná?
Tweet1 – É uma coligação forte, e que respeita a política nacional de alianças do PT (PMDB, PDT, PCdoB, PR).
Tweet 2 -Essa aliança tem chances reais de eleger @Osmar_Dias governador e 2 senadores: @Gleisi e @RequiaoPMDB .
Tweet 3 -Aliança do PT com PDT, PMDB e PCdoB dá uma identidade programática e ideológica para a campanha.
O Paraná é mais conservador, com essa composição o sr. avalia que se criou um fato novo local capaz de fazer Dilma ganhar aí?
Tweet 1 – Sim, a aliança com @Osmar_Dias12 é um fato novo, que tb contribui com a campanha da @DilmaBR no Paraná.
Tweet 2 – @renato_rovai com essa aliança, ganha o Paraná, que se vê diante de dois projetos políticos distintos – a continuidade ou o retrocesso.
O sr. fala em retrocesso, mas a gestão de Beto Richa é bem avaliada na capital, por que isso acontece?
Tweet 1 – Gestão de Beto Richa em Curitiba gasta 4 vezes mais em publicidade por habitante do que o governo Lula.
Tweet 2 – Apesar da condição de prefeito, Beto Richa usou recursos de Curitiba para fazer propaganda em jornais do interior.
Tweet 3 – A avaliação de Richa não é algo pessoal. Todos ex-prefeitos de Curitiba, independente d partidos, saíram com avaliação similar.
@DrRosinha, quais são os principais desafios do estado nos próximos quatros anos?
Tweet 1 – Desafios do Paraná: levar desenvolvimento com distribuição de renda às regiões com baixo IDH.
Tweet 2 – Executar uma política pública efetiva para o combate à violência no Estado.
Tweet 3 – Manter a ampliação e qualidade do ensino público e o atendimento à agricultura familiar, entre outros.
Não será confuso explicar para o eleitor que o adversário da eleição passada é o candidato atual do governo?
Tweet 1 – Não. O @Osmar_Dias12 já foi secretário de @RequiaoPMDB, cuja 1ª campanha a governador foi coordenada por Osmar.
Tweet 2 – E o PDT, partido de @Osmar_Dias12, além de estar no governo, é aliado histórico do PT – Brizola foi vice de Lula em 1998.
Tweet 3 – Como senador, @Osmar_Dias12 votou em todas as propostas do governo Lula. Compromisso é manter as políticas de Lula e @RequiaoPMDB.
@DrRosinha, qual o clima da campanha no Paraná? Está mais propositiva ou virou guerra? O que significou aquela briga com @RequiaoPMDB? (Requião levou um soco no aeroporto do presidente do PPS, Rubens Bueno)
Tweet 1 – A campanha no Paraná, até agora, está tímida, e não está se desenhando guerra. A briga do @RequiaoPMDB foi caso isolado.
Tweet 2 – Eleições do Paraná: Serra/BetoRicha/FHC/Lerner de um lado. E os avanços dos governos Lula e @RequiaoPMDB, de outro.
Tweet 3 – Os paranaenses estão descobrindo que Beto Richa é cria política e seguidor de Jaime Lerner, assim como Serra em relação a FHC.
Como a mídia no Paraná tem se comportado no processo eleitoral? É melhor ou pior que a nacional?
Tweet 1 – Historicamente a mídia paranaense sempre foi ligada aos poderes públicos municipal e estadual. Com o @RequiaoPMDB, isso mudou.
Tweet 2 – No caso recente das denúncias de corrupção na Assembleia do Paraná, a mídia teve um papel relevante de investigação.
Tweet 3 – Pós-escândalo na Assembleia, ainda temos dúvida quanto ao comportamento da mídia do Paraná na cobertura das eleições.
O @dutra13 (presidente nacional do PT) está dando coletiva agora sobre as declarações do vice de Serra no site do PSDB, qual sua opinião sobre o episódio?
Tweet 1 – @renato_rovai, vc viu o vídeo do Índio da Costa? Ao falar “daquela revista debaixo do braço” [a Veja], parecia que falava da Bíblia.
Tweet 2 –O vice do Serra demonstra não ter ideias próprias. Apenas requenta o jornalismo de esgoto da Veja.
Tweet 3 – Se o @JoseSerra_ fosse um homem honrado, deveria vir a público e desmentir as declarações caluniosas de seu vice.
Tweet 4 – Por último, @Renato_Rovai, quero dizer que defendo que o PT, além de processar o vice de Serra, divulgue o andamento das ações contra a Veja.
Pra terminar, qual a sua expectativa para um gov Dilma, o que é preciso mudar?
@renato_rovai Espero que a @DilmaBR amplie os avanços sociais, na saúde, priorize a participação popular e implemente as resoluções da Confecom.
http://www.revistaforum.com.br/blog/2010/07/19/dr-rosinha-e-a-estreia-da-entrevista-via-twitter/
Na internet ele se restringe aos contatos pessoais, não a usando como fonte de informação
Tenho esperança de meu amigo descubra que a internet é uma forma de informação e de alteração da realidade
Clique na imagem para ler

As candidaturas e as redes sociais
Entrevista com o professor e sociólogo Sérgio Amadeu
Por Marise - no Luis Nassif Online
Sérgio Amadeu da Silveira é uma figura ímpar. Doutor em Ciência Política pela USP, é mais lembrado como defensor e divulgador do Software Livre e da inclusão digital no Brasil. Foi presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e é professor adjunto da Universidade Federal do ABC (UFABC). Amadeu, autor dos livros Exclusão Digital e Software livre, cultura hacker e ecossistema da colaboração concedeu entrevista ao Sul 21 durante o 11º Fórum Internacional de Software Livre, que se realiza até amanhã em Porto Alegre.
Sul 21: Ontem, um candidato gaúcho a deputado estadual, revelou que fará uma campanha exclusivamente digital – não haverá santinhos, palanques, nada, apenas o suporte digital, ou seja, a Internet. O que o senhor pensa a respeito?
Sérgio Amadeu: Quem consegue se promover nas redes sociais é quem obedece suas lógicas. Há cada vez mais candidatos que usam tais redes e o problema que eles enfrentam é que a maioria da sociedade possui certa rejeição aos políticos, mas é um direito deles tentar a comunicação. Muitos estão usando o twitter de forma correta, sem violar as regras tácitas de conduta. Quem faz isso, quem responde pessoalmente a quem lhe escreve, quem dialoga, quem não xinga, pode ter um ganho. O importante é não usar as redes como broadcasting, não usar como se fosse apenas um meio de divulgar mensagens. O twitter é interação. Isso tem de ser respeitado sempre. O fundamental é responder aos questionamentos. Quem faz isso tem grandes possibilidades de ganhar o eleitor. É uma espécie de corpo-a-corpo. É claro que o candidato não deve responder aos trolls – que são pessoas obcecadas pela polêmica e que naturalmente devem ser ignoradas – , pois só geram mais brigas e trolls.
E as outras redes sociais?
Quem utiliza bem as ferramentas sabe que uma rede social pode ligar-se a outra. Um bom utilizador destes meios é quem, por exemplo, escreve um post em seu blog ou atualiza seu site e imediatamente informa o fato a seus seguidores do twitter e aos amigos do Facebook e do Orkut. A sugestão de leitura movimenta as pessoas, chama mais gente. Hoje, há que usar o Twitter, o Facebook e o Orkut.
Quem usa mal as redes sociais?
Os candidatos que usam as redes sociais como se fossem mais um canal para ele falar sozinho. Se o candidato ignorar a interação, se não se colocar ao nível do eleitor, demonstra que não compreende as ferramentas de que dispõe.
Em segundos, eu costumo receber dez tuítes seguidos de uma candidata e ela não responde...
Sim, isto não é eficaz, ninguém lê dez tuítes em série porque identifica logo que foi resultado de um processo automático. É uma panfletagem sem sentido prático. Outra coisa que não funciona é o spam. Eu recebi uma mala direta de Geraldo Alckmin. Era uma coisa que não perguntava se eu queria seguir recebendo notícias dele, era um santinho eletrônico. Isso só irrita. Eu não pedi nada para ele. Mas sou de opinião que dá para fazer uma campanha pela internet, principalmente se for de candidatos de eleições proporcionais. Há uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet que diz que, nas regiões Sul e Sudeste, 74% dos jovens entre 16 e 24 anos acessam no mínimo mensalmente a internet, seja em casa, seja fora. E metade destes acessam diariamente. É um número altíssimo.
Você acha que os candidatos às majoritárias são obrigados a usar a Internet?
Sem dúvida. Se ele se eximir, vão falar mal dele. Não é que ele vá ganhar muitos votos nas redes sociais, é que vai deixar de perder, o que é a mesma coisa. Afinal, ele será contestado e desafiado, vão espalhar boatos... Então, tem de ficar atento e interagir. A Internet mudou o modo de fazer campanha, claro.
E como responder a milhares de seguidores?
Bem, em linguagem de Internet, eu diria que você tem de ser verdadeiro, não pode ser fake. Se o candidato utilizar uma equipe para responder, deve informar que tem uma equipe. Uma das realidades da rede é a comunicação horizontal e pessoal. Então, o candidato tem que dizer “como não consigo responder a todos, vou responder a algumas pessoas”. Isso é aceitável, é razoável para políticos e não políticos. Porém, quem é candidato a presidente, governador ou senador tem uma empresa de marketing fazendo sua campanha. Obviamente, estes publicitários já trabalham com as redes sociais dentro e fora do período eleitoral. Eles usam a chamada “análise de mídia social” e têm “articuladores de mídias sociais”. Esse batalhão está nas campanhas.
E são eles que respondem aos seguidores e amigos?
Sim, mas veja o caso de Obama. O Obama tinha assessores que se revezavam no twitter. A cada questão mais complicada, ele era consultado e ditava sua resposta. Isso foi possível porque o twitter recém tinha aparecido – o Obama tinha menos de 200 mil seguidores e a maioria deles era pessoal da imprensa e bons blogueiros. Ele e seus assessores souberam usar muito bem o twitter. Tanto que as comunicações e decisões mais importantes vinham por ali. E também os links, o direcionamento para outras mídias, as indicações sobre o que ler e onde.
Ele pautava a imprensa...
Sim, mas também formava uma reputação. Porque as mídias sociais não apenas servem para contato, mas para que se conheça a postura, a seriedade, a gentileza e educação de quem participa. A credibilidade, grande bastião dos jornais, está por inteiro nas redes sociais. Reputação é sinônimo de credibilidade. A população sabe o que está fazendo, mesmo quando compra jornais dos quais desconfia. Por exemplo, a pessoa que compra a Veja tem um determinado perfil pessoal ou sabe o que é a Veja. Sabe que ali não há os dois lados, que não é jornalismo, mas este é outro assunto..
http://www.sul21.com.br/index.php/permalink/destaque/63
FONTE: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/as-candidaturas-e-as-redes-sociais
Dr Rosinha e a estréia da entrevista via twitterEntrevista com Dr. Rosinha é a primeira de uma séria que acontecerá via Twitter
Estamos inaugurando uma nova modalidade no jornalismo deste blogue. Hoje das 14h30 às 15h30 fiz uma entrevista via Twitter com o deputado federal Dr Rosinha (PT-PR). Quem nos segue pôde acompanhar a conversa ao vivo. Agora disponibilizo-a aqui.
O padrão da entrevista é simples. No horário combinado começa-se a conversa. A pergunta não pode exceder um tweet. E a resposta deve ter no máximo três.
Pretendo convidar outros atores políticos (jornalistas, marqueteiros, candidatos, sociólogos, pesquisadores etc) para conversas com esse formato neste período eleitoral. Depois de outubro, vamos usar este instrumento para outros temas.
Não conheço blogueiros que estejam fazendo uso deste formato de entrevista. Mas como quase nada se inventa na rede, certamente alguém já deve estar fazendo algo parecido. O importante é ir testando novas fórmulas jornalísticas usando redes sociais.
Segue a conversa:
@DrRosinha, como o senhor avalia a composição que foi feita para a disputa estadual no Paraná?
Tweet1 – É uma coligação forte, e que respeita a política nacional de alianças do PT (PMDB, PDT, PCdoB, PR).
Tweet 2 -Essa aliança tem chances reais de eleger @Osmar_Dias governador e 2 senadores: @Gleisi e @RequiaoPMDB .
Tweet 3 -Aliança do PT com PDT, PMDB e PCdoB dá uma identidade programática e ideológica para a campanha.
O Paraná é mais conservador, com essa composição o sr. avalia que se criou um fato novo local capaz de fazer Dilma ganhar aí?
Tweet 1 – Sim, a aliança com @Osmar_Dias12 é um fato novo, que tb contribui com a campanha da @DilmaBR no Paraná.
Tweet 2 – @renato_rovai com essa aliança, ganha o Paraná, que se vê diante de dois projetos políticos distintos – a continuidade ou o retrocesso.
O sr. fala em retrocesso, mas a gestão de Beto Richa é bem avaliada na capital, por que isso acontece?
Tweet 1 – Gestão de Beto Richa em Curitiba gasta 4 vezes mais em publicidade por habitante do que o governo Lula.
Tweet 2 – Apesar da condição de prefeito, Beto Richa usou recursos de Curitiba para fazer propaganda em jornais do interior.
Tweet 3 – A avaliação de Richa não é algo pessoal. Todos ex-prefeitos de Curitiba, independente d partidos, saíram com avaliação similar.
@DrRosinha, quais são os principais desafios do estado nos próximos quatros anos?
Tweet 1 – Desafios do Paraná: levar desenvolvimento com distribuição de renda às regiões com baixo IDH.
Tweet 2 – Executar uma política pública efetiva para o combate à violência no Estado.
Tweet 3 – Manter a ampliação e qualidade do ensino público e o atendimento à agricultura familiar, entre outros.
Não será confuso explicar para o eleitor que o adversário da eleição passada é o candidato atual do governo?
Tweet 1 – Não. O @Osmar_Dias12 já foi secretário de @RequiaoPMDB, cuja 1ª campanha a governador foi coordenada por Osmar.
Tweet 2 – E o PDT, partido de @Osmar_Dias12, além de estar no governo, é aliado histórico do PT – Brizola foi vice de Lula em 1998.
Tweet 3 – Como senador, @Osmar_Dias12 votou em todas as propostas do governo Lula. Compromisso é manter as políticas de Lula e @RequiaoPMDB.
@DrRosinha, qual o clima da campanha no Paraná? Está mais propositiva ou virou guerra? O que significou aquela briga com @RequiaoPMDB? (Requião levou um soco no aeroporto do presidente do PPS, Rubens Bueno)
Tweet 1 – A campanha no Paraná, até agora, está tímida, e não está se desenhando guerra. A briga do @RequiaoPMDB foi caso isolado.
Tweet 2 – Eleições do Paraná: Serra/BetoRicha/FHC/Lerner de um lado. E os avanços dos governos Lula e @RequiaoPMDB, de outro.
Tweet 3 – Os paranaenses estão descobrindo que Beto Richa é cria política e seguidor de Jaime Lerner, assim como Serra em relação a FHC.
Como a mídia no Paraná tem se comportado no processo eleitoral? É melhor ou pior que a nacional?
Tweet 1 – Historicamente a mídia paranaense sempre foi ligada aos poderes públicos municipal e estadual. Com o @RequiaoPMDB, isso mudou.
Tweet 2 – No caso recente das denúncias de corrupção na Assembleia do Paraná, a mídia teve um papel relevante de investigação.
Tweet 3 – Pós-escândalo na Assembleia, ainda temos dúvida quanto ao comportamento da mídia do Paraná na cobertura das eleições.
O @dutra13 (presidente nacional do PT) está dando coletiva agora sobre as declarações do vice de Serra no site do PSDB, qual sua opinião sobre o episódio?
Tweet 1 – @renato_rovai, vc viu o vídeo do Índio da Costa? Ao falar “daquela revista debaixo do braço” [a Veja], parecia que falava da Bíblia.
Tweet 2 –O vice do Serra demonstra não ter ideias próprias. Apenas requenta o jornalismo de esgoto da Veja.
Tweet 3 – Se o @JoseSerra_ fosse um homem honrado, deveria vir a público e desmentir as declarações caluniosas de seu vice.
Tweet 4 – Por último, @Renato_Rovai, quero dizer que defendo que o PT, além de processar o vice de Serra, divulgue o andamento das ações contra a Veja.
Pra terminar, qual a sua expectativa para um gov Dilma, o que é preciso mudar?
@renato_rovai Espero que a @DilmaBR amplie os avanços sociais, na saúde, priorize a participação popular e implemente as resoluções da Confecom.
http://www.revistaforum.com.br/blog/2010/07/19/dr-rosinha-e-a-estreia-da-entrevista-via-twitter/
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05- Outra fonte de informação: a internet
Eleições...o esquema Honduras a todo vapor
O meu amigo Chagas, professor de matemática, não votará na Dilma.
Ele estava disposto a votar no Serra.
Após conversar muito com ele, o meu amigo desistiu de votar no Serra.
Mudou de Serra prá Marina Silva.
Já é um avanço, não é mesmo.
Mas ainda não está bom não.
Eu: a Marina porque.
Ele: a Marina é uma boa pessoa.
Eu: Sim. Concordo com você. A vi pessoalmente dias atrás. Não discordo não, mas uma coisa é a pessoa ser boa e a outra é ela ter estrutura para colocar em prática seu projeto, ter governança, para o que Marina não tem a mínima condição. Por isso se ela(Marina) for eleita cairá nas mãos da direita.
Eu: porque você não vota na Dilma.
Ele: o PT é só corrupção.
Eu: institutos de pesquisa mostram que o PT é o partido menos corrupto.
Para você ter uma idéia, nos últimos 8 anos, foram cassados 600 políticos do DEM por corrupção e apenas 10 do PT. O PT é lanterninha no ranking da corrupção.
Ele: mas tem o mensalão. Você está se esquecendo né.
Eu: ah sim, o caixa 2 de campanha, que todo mundo continua praticando. Mas em nada em se comparando ao escândalo do DEM de Brasília, onde rolou até a Oração da Propina e tudo mais.
Entendo meu amigo
A percepção dele se deve a um ritual que ele pratica de forma religiosa: acompanhar a Veja e o JN/Globo.
O caso é patológico.
Há mais ou menos um ano ele estava aqui em casa e dei um jeito de colocar a TV noutro canal.
Prá que fiz isso? Ele ficou de cara feia comigo por um bom tempo.
Reatamos relações de amizade, ontem saímos para a rua e quando chegou perto do horário do JN ele entrou em pânico, disse que tinha que assistir ao JN.
Claro, não fiz nenhuma objeção.
Para não corrermos risco de perdermos o JN, chegamos uns minutinhos antes.
E lá vai eu, por conta do meu amigo, fazer uma coisa que não fazia há um bom tempo, ou seja, assistir à Globo, a qual troquei pela TV Brasil.
Para a Globo, não não estamos em época de eleição
A minha sensação ao assistir ao JN é a de que, não fosse a publicação da pesquisa do DataSerra(DataFolha) apontando Serra com um 1 ponto na frente de Dilma.
Fora esta notícia, se eu fosse telespectador da Globo, eu não ficaria sabendo que está ocorrendo uma eleição no Brasil, pois nada foi dito sobre a agenda dos presidenciáveis.
Nadica de nada sobre o resultado da pesquisa Vox Populi, que apontou Dilma 8 pontos à frente de Serra.
A explicação pra isso é que a Globo havia decretado censura aos institutos de pesquisa que não rezam na cartilha de Zé Serra, ou seja, Sensus e Vox Populi.
Além da Veja e Globo, o meu amigo tem uma terceira fonte de informação: a TV Record
Ainda bem.
Ele, de conta do controle remoto, mudou de canal e passou a assistir à TV Record.
Após assistir aos dois telejornais, o meu amigo foi embora.
Ele: Tchau
Eu: Tchau
Ainda bem que desta vez não brigamos.
E fiquei feliz quando vi que a TV Record falou do dia-a-dia dos presidencáveis, pelo menos isso o meu amigo pode ver, a Dilma falando a um grupo de evangélicos.
Qual será o motivo pelo qual a Globo decretou guerra às eleições.
Claro, para evitar que Dilma não se torne conhecida da população, uma vez que Serra já o é.
É no que dar o monopólio da informação.
Repito: o motivo da censura da Globo fazer isso é evitar que o meu pai e outros milhões de brasileiros conheçam Dilma Roussef.
Como o Zé Serra já é um velho conhecido, não faz muita diferença ele aparecer, portanto melhor decretar a censura a todos os candidatos para dar uma aparência de neutralidade.
E tem mais, a Globo só fala da Dilma para noticiar as multas que são aplicadas pela Justiça Eleitoral a ela, por sinal fruto da perseguição por parte do Ministério Público Eleitoral da Dr. Cureau
Como se vê, Judiciário e meios de comunicação colocando em prática o esquema Honduras
Isto é um escárnio.
Esquema Honduras
O esquema Honduras funcionando a todo vapor para que assuma a presidência da República um indivíduo que o povo não quer mas que, atrás do qual rola muitos interesses, como por exemplo a reserva pré-sal.
E se eles se esgoelaram por Honduras, um país de economia mínima, imagina só o que não farão por aqui, uma vez que caminhos para ser a 5a. economia do mundo caso continue a política atual.
Por isso partiram para o terrorismo eleitoral ao difundirem por aí o medo, o que aconteceu quando os telejornais, rádios e jornais alardearam por aí que o PT teria compromisso com as FARCs e narcotráfico, por sinal um factóide já espalhado em eleições passadas, pelo próprio Zé Serra, sendo que naquela época o figura foi multado pela Justiça Eleitoral por praticar este crime eleitoral.
Por isso esperamos que a mesma Justiça Eleitoral puna novamente Zé Serra.
Cadê a Justiça Eleitoral.
Auditoria no DataSerra(DataFolha)
O deputado federal Brizola Neto publicou um artigo tratando da necessidade de se fazer uma auditoria no DataSerra(DataFolha).
Lendo o artigo do deputado pedetista, enviei-lhe a seguinte missiva:
Deputado, não é somente o DataFolha que está precisando de passar por uma auditoria por induzir o eleitorado, como também a Globo.
A emissora da Famiglia Marinho também precisa ser chamada na retranca.
É que a emissora, como qualquer rede de TV, é concessionaria de serviço público e, portanto, obrigada a prestar um serviço de qualidade e isento à população, ou seja, noticiar o dia-a-dia dos presidenciáveis ao invés de decretar guerra à democracia para, assim, eleger Zé Serra.
Ao fazer isso, é como se uma empresa de telefonia cortasse nossos telefones dos cidadãos para evitar que, de alguma forma, votássemos no candidato A ou B.
Não pode.
Isto é crime previsto lei, bem como um atentando à democracia, ao livre arbítrio das pessoas, sem falar no terrorismo que foi desencadeado contra Dilma, este blá blá blá de Zé Serra e o Indio de Costa(vice) acusando o PT de associação com o narcotráfico e com as FARCS, o que é de uma infâmia sem tamanho, até mesmo porque foi o governo de SP, com sua prática de Estado mínimo para o povão e máximo para o ladrão, que exportou o PCC até para o Paraguai e Bolívia.
Enfim, o processo eleitoral corre risco.
P.S.- Esqueci de dizer que tive esta conversa com meu pai que mora no nordeste. Trata-se de um velhinho de quase 90 anos de idade, que sempre trabalhou na roça, e mal sabe ler e escrever.
Eu: paí você vota em quem
Ele: no Zé Serra.
Eu: porque.
Ele: eu não vou votar em gente que não aparece na televisão.
Eu: como assim, pai
Ele: o Serra tá todo dia na televisão falando, explicando.
[Na região onde mora, no nordeste, Rio Balsas, não pega noticionário local mas somente a SPTV, noticiário de SP, da Globo em SP, ou seja, somente notícias sobre Zé Serra, daí a percepção do meu pai.]
Eu já havia comentado isso sobre meu pai, em alguns blogs.
A impressão é a de que os marqueteiros de Zé Serra leram meu comentário e decretaram que a Globo não poderia de jeito nenhum noticiar sobre a agenda dos presidencáveis, isto para evitar que Dilma se torne conhecida e, assim como meu pai, não votem nela,
Imagina só nos EUA uma emissora de TV sonegando infornação sobre as eleições naquele país, isto seria um escândalo mundial.
Porque será que no Brasil isso pode.
Ah, estou me esquecendo, na República Midiática de Zé Serra, ele pode mais.
Fecham-se as cortinas.
Obs: sabe duma coisa, vou enviar uma cópia deste email para o meu blog, configurarei o blog para receber postagem via email,.,,..
Anexos:
Brizola Neto: Datafolha precisa de auditoria
por Brizola Neto, no Tijolaço
Bem , depois de me desintoxicar um pouco deste mundo de manipulação e propaganda, acho que é possível, de maneira bem calma e racional, mostrar a vocês como o Datafolha perdeu qualquer compromisso com a ciência estatística e passou a funcionar com uma arrogância que não se sustenta ao menor dos exames que se faça sobre os resultados que apresenta.
A primeira coisa que salta aos olhos é o problema gerado pela definição da área de abrangência e, por consequencia, da amostra. Ao contrário do que vinha fazendo nas últimas pesquisas, o Datafolha conjugou pesquisas estaduais e uma pesquisa nacional.
O resultado é um monstrengo, uma verdadeira barbaridade estatística. E as provas estão todas no site do TSE ao alcance de qualquer pessoa. E do próprio Tribunal e do Ministério Público Eleitoral.
Vejamos a mecânica da monstrengo produzido pelo Datafolha.
Segue link para leitura na íntegra
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/brizola-neto-datafolha-precisa-de-auditora.html

por Luiz Carlos Azenha
Alguém está errando seriamente nas pesquisas eleitorais. Só o tempo dirá. Registro, como curiosidade, que o Datafolha já produziu pelo menos uma pesquisa que nos pareceu fora da curva. No entanto, quem é do ramo alega que pode ser apenas uma questão de metodologia. No Vox Populi a diferença em favor de Dilma é de 8 pontos; no Datafolha, de um ponto em favor de Serra, dentro da margem de erro (que é de 2 pontos no Datafolha, contra 1,8% no Vox Populi).
De qualquer forma, como diz meu amigo Rodrigo Vianna, talvez o efeito de uma pesquisa assim seja benéfico para energizar os dois campos e evitar que haja salto alto. O que está em jogo no Brasil em 2010 é de imensas proporções. É muito mais do que a escolha de um presidente da República. Trata-se de uma escolha:
1. Que pode ditar os rumos políticos da América Latina, onde os Estados Unidos trabalham para isolar politicamente os governos da Bolívia e da Venezuela;
2. Ditará os rumos da exploração da maior reserva de petróleo descoberta no mundo nos últimos 30 anos;
3. Ditará os rumos da oitava maior economia do mundo que está a caminho de se tornar a quinta maior, num contexto de crise econômica internacional.
Internamente, as eleições deste ano selarão o destino de um grupo político pelos próximos 16 anos!
Diante de tal enormidade, é muito útil que a eleição não se decida de véspera, através de pesquisas eleitorais. E é muito útil que todos se engajem de corpo e alma no debate e na tarefa de convencimento que não aconteceram até agora, muito porque à mídia corporativa esse debate aparentemente não interessa, mas sim os factóides que nos são vendidos diariamente a título de "campanha eleitoral".
PS do Viomundo: Aqui tem um texto importante do Rodrigo dirigido àqueles que superestimam o poder de blogosfera e subestimam o poder da mídia tradicional.
http://www.viomundo.com.br/opiniao-do-blog/da-importancia-didatica-dos-numeros-do-datafolha.html
Dra Cureau, que tal uma auditoria no Datafalha ? - Por Paulo Henrique Amorim, em seu blog

Os suspeitos são, claro, o Datafalha, que não falha: quando o Serra mais precisa ela está lá !
E o Globope, de uma empresa cujo maior cliente é a Rede Globo.
O Vasco já provou que a Folha, no momento, se dedica a garantir o pagamento do Gonzalez, o marqueteiro do Serra.
O jenio, candidato dos conservadores e dos neo-fascistas do DEMO, corre o risco de ficar sem grana.
O próprio Eduardo Guimarães mostrou que, sob a pressão do Movimento dos Sem Mídia, a Folha (*) começou a tirar voto do Serra.
É interessante.
O jenio não passa de 30% desde 2002.
E perde votos no Datafalha quando a campanha começa a esquentar.
Ele é um jenio.
Ao Datafalha se sucede uma plêiade de colonistas (**) que se notabiliza como “pesquiseiro”, ou “analista de pesquisa”.
Assim como a Globo tem 859 “analistas de tabela” no departamento de futebol, o PiG (***) tem os “pesquiseiros”.
Eles dão legitimidade ao Datafalha.
Eles acreditam no Datafalha.
É o curandeiro que toma a beberagem.
A Eliane Catanhêde, por exemplo, hoje na página 2 da Folha (*) diz que o jogo está zero a zero.
Deve ser porque, da noite de sexta para a manhã de sábado, como diz o Stanley Burburinho, sumiram 18 milhões de votos da Vox Populi, correram para o Datafalha, e o Serra conquistou o “empate técnico”: ou seja, está tudo zero a zero.
O Datafalha não passaria no primeiro ano de Estatística do meu curso de Sociologia na PUC do Rio, quando se estudva o Fernando Henrique como exemplo de utilização do “método marxista”.
Leia mais
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/07/25/dra-cureau-que-tal-uma-auditoria-no-datafalha/
Meu comentário
Já está bem claro que a tática de Serra será a falsidade, a mentira, o engodo, e isto com o apoio dos meios de comunicação, dispostas a implantar no Brasil uma espécie de "República Midiática" onde a realidade se contruirá a partir de simulacros, das aparências.
A última mentira de Zé Serra: sou do PT.
Segue link
http://blogdoonipresente.blogspot.com/2010/07/o-camaleonico-jose-serra.html
,
Ele estava disposto a votar no Serra.
Após conversar muito com ele, o meu amigo desistiu de votar no Serra.
Mudou de Serra prá Marina Silva.
Já é um avanço, não é mesmo.
Mas ainda não está bom não.
Eu: a Marina porque.
Ele: a Marina é uma boa pessoa.
Eu: Sim. Concordo com você. A vi pessoalmente dias atrás. Não discordo não, mas uma coisa é a pessoa ser boa e a outra é ela ter estrutura para colocar em prática seu projeto, ter governança, para o que Marina não tem a mínima condição. Por isso se ela(Marina) for eleita cairá nas mãos da direita.
Eu: porque você não vota na Dilma.
Ele: o PT é só corrupção.
Eu: institutos de pesquisa mostram que o PT é o partido menos corrupto.
Para você ter uma idéia, nos últimos 8 anos, foram cassados 600 políticos do DEM por corrupção e apenas 10 do PT. O PT é lanterninha no ranking da corrupção.
Ele: mas tem o mensalão. Você está se esquecendo né.
Eu: ah sim, o caixa 2 de campanha, que todo mundo continua praticando. Mas em nada em se comparando ao escândalo do DEM de Brasília, onde rolou até a Oração da Propina e tudo mais.
Entendo meu amigo
A percepção dele se deve a um ritual que ele pratica de forma religiosa: acompanhar a Veja e o JN/Globo.
O caso é patológico.
Há mais ou menos um ano ele estava aqui em casa e dei um jeito de colocar a TV noutro canal.
Prá que fiz isso? Ele ficou de cara feia comigo por um bom tempo.
Reatamos relações de amizade, ontem saímos para a rua e quando chegou perto do horário do JN ele entrou em pânico, disse que tinha que assistir ao JN.
Claro, não fiz nenhuma objeção.
Para não corrermos risco de perdermos o JN, chegamos uns minutinhos antes.
E lá vai eu, por conta do meu amigo, fazer uma coisa que não fazia há um bom tempo, ou seja, assistir à Globo, a qual troquei pela TV Brasil.
Para a Globo, não não estamos em época de eleição
A minha sensação ao assistir ao JN é a de que, não fosse a publicação da pesquisa do DataSerra(DataFolha) apontando Serra com um 1 ponto na frente de Dilma.
Fora esta notícia, se eu fosse telespectador da Globo, eu não ficaria sabendo que está ocorrendo uma eleição no Brasil, pois nada foi dito sobre a agenda dos presidenciáveis.
Nadica de nada sobre o resultado da pesquisa Vox Populi, que apontou Dilma 8 pontos à frente de Serra.
A explicação pra isso é que a Globo havia decretado censura aos institutos de pesquisa que não rezam na cartilha de Zé Serra, ou seja, Sensus e Vox Populi.
Além da Veja e Globo, o meu amigo tem uma terceira fonte de informação: a TV Record
Ainda bem.
Ele, de conta do controle remoto, mudou de canal e passou a assistir à TV Record.
Após assistir aos dois telejornais, o meu amigo foi embora.
Ele: Tchau
Eu: Tchau
Ainda bem que desta vez não brigamos.
E fiquei feliz quando vi que a TV Record falou do dia-a-dia dos presidencáveis, pelo menos isso o meu amigo pode ver, a Dilma falando a um grupo de evangélicos.
Qual será o motivo pelo qual a Globo decretou guerra às eleições.
Claro, para evitar que Dilma não se torne conhecida da população, uma vez que Serra já o é.
É no que dar o monopólio da informação.
Repito: o motivo da censura da Globo fazer isso é evitar que o meu pai e outros milhões de brasileiros conheçam Dilma Roussef.
Como o Zé Serra já é um velho conhecido, não faz muita diferença ele aparecer, portanto melhor decretar a censura a todos os candidatos para dar uma aparência de neutralidade.
E tem mais, a Globo só fala da Dilma para noticiar as multas que são aplicadas pela Justiça Eleitoral a ela, por sinal fruto da perseguição por parte do Ministério Público Eleitoral da Dr. Cureau
Como se vê, Judiciário e meios de comunicação colocando em prática o esquema Honduras
Isto é um escárnio.
Esquema Honduras
O esquema Honduras funcionando a todo vapor para que assuma a presidência da República um indivíduo que o povo não quer mas que, atrás do qual rola muitos interesses, como por exemplo a reserva pré-sal.
E se eles se esgoelaram por Honduras, um país de economia mínima, imagina só o que não farão por aqui, uma vez que caminhos para ser a 5a. economia do mundo caso continue a política atual.
Por isso partiram para o terrorismo eleitoral ao difundirem por aí o medo, o que aconteceu quando os telejornais, rádios e jornais alardearam por aí que o PT teria compromisso com as FARCs e narcotráfico, por sinal um factóide já espalhado em eleições passadas, pelo próprio Zé Serra, sendo que naquela época o figura foi multado pela Justiça Eleitoral por praticar este crime eleitoral.
Por isso esperamos que a mesma Justiça Eleitoral puna novamente Zé Serra.
Cadê a Justiça Eleitoral.
Auditoria no DataSerra(DataFolha)
O deputado federal Brizola Neto publicou um artigo tratando da necessidade de se fazer uma auditoria no DataSerra(DataFolha).
Lendo o artigo do deputado pedetista, enviei-lhe a seguinte missiva:
Deputado, não é somente o DataFolha que está precisando de passar por uma auditoria por induzir o eleitorado, como também a Globo.
A emissora da Famiglia Marinho também precisa ser chamada na retranca.
É que a emissora, como qualquer rede de TV, é concessionaria de serviço público e, portanto, obrigada a prestar um serviço de qualidade e isento à população, ou seja, noticiar o dia-a-dia dos presidenciáveis ao invés de decretar guerra à democracia para, assim, eleger Zé Serra.
Ao fazer isso, é como se uma empresa de telefonia cortasse nossos telefones dos cidadãos para evitar que, de alguma forma, votássemos no candidato A ou B.
Não pode.
Isto é crime previsto lei, bem como um atentando à democracia, ao livre arbítrio das pessoas, sem falar no terrorismo que foi desencadeado contra Dilma, este blá blá blá de Zé Serra e o Indio de Costa(vice) acusando o PT de associação com o narcotráfico e com as FARCS, o que é de uma infâmia sem tamanho, até mesmo porque foi o governo de SP, com sua prática de Estado mínimo para o povão e máximo para o ladrão, que exportou o PCC até para o Paraguai e Bolívia.
Enfim, o processo eleitoral corre risco.
P.S.- Esqueci de dizer que tive esta conversa com meu pai que mora no nordeste. Trata-se de um velhinho de quase 90 anos de idade, que sempre trabalhou na roça, e mal sabe ler e escrever.
Eu: paí você vota em quem
Ele: no Zé Serra.
Eu: porque.
Ele: eu não vou votar em gente que não aparece na televisão.
Eu: como assim, pai
Ele: o Serra tá todo dia na televisão falando, explicando.
[Na região onde mora, no nordeste, Rio Balsas, não pega noticionário local mas somente a SPTV, noticiário de SP, da Globo em SP, ou seja, somente notícias sobre Zé Serra, daí a percepção do meu pai.]
Eu já havia comentado isso sobre meu pai, em alguns blogs.
A impressão é a de que os marqueteiros de Zé Serra leram meu comentário e decretaram que a Globo não poderia de jeito nenhum noticiar sobre a agenda dos presidencáveis, isto para evitar que Dilma se torne conhecida e, assim como meu pai, não votem nela,
Imagina só nos EUA uma emissora de TV sonegando infornação sobre as eleições naquele país, isto seria um escândalo mundial.
Porque será que no Brasil isso pode.
Ah, estou me esquecendo, na República Midiática de Zé Serra, ele pode mais.
Fecham-se as cortinas.
Obs: sabe duma coisa, vou enviar uma cópia deste email para o meu blog, configurarei o blog para receber postagem via email,.,,..
Anexos:
Brizola Neto: Datafolha precisa de auditoria
por Brizola Neto, no Tijolaço
Bem , depois de me desintoxicar um pouco deste mundo de manipulação e propaganda, acho que é possível, de maneira bem calma e racional, mostrar a vocês como o Datafolha perdeu qualquer compromisso com a ciência estatística e passou a funcionar com uma arrogância que não se sustenta ao menor dos exames que se faça sobre os resultados que apresenta.
A primeira coisa que salta aos olhos é o problema gerado pela definição da área de abrangência e, por consequencia, da amostra. Ao contrário do que vinha fazendo nas últimas pesquisas, o Datafolha conjugou pesquisas estaduais e uma pesquisa nacional.
O resultado é um monstrengo, uma verdadeira barbaridade estatística. E as provas estão todas no site do TSE ao alcance de qualquer pessoa. E do próprio Tribunal e do Ministério Público Eleitoral.
Vejamos a mecânica da monstrengo produzido pelo Datafolha.
Segue link para leitura na íntegra
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/brizola-neto-datafolha-precisa-de-auditora.html
Da importância didática dos números do Datafolha

por Luiz Carlos Azenha
Alguém está errando seriamente nas pesquisas eleitorais. Só o tempo dirá. Registro, como curiosidade, que o Datafolha já produziu pelo menos uma pesquisa que nos pareceu fora da curva. No entanto, quem é do ramo alega que pode ser apenas uma questão de metodologia. No Vox Populi a diferença em favor de Dilma é de 8 pontos; no Datafolha, de um ponto em favor de Serra, dentro da margem de erro (que é de 2 pontos no Datafolha, contra 1,8% no Vox Populi).
De qualquer forma, como diz meu amigo Rodrigo Vianna, talvez o efeito de uma pesquisa assim seja benéfico para energizar os dois campos e evitar que haja salto alto. O que está em jogo no Brasil em 2010 é de imensas proporções. É muito mais do que a escolha de um presidente da República. Trata-se de uma escolha:
1. Que pode ditar os rumos políticos da América Latina, onde os Estados Unidos trabalham para isolar politicamente os governos da Bolívia e da Venezuela;
2. Ditará os rumos da exploração da maior reserva de petróleo descoberta no mundo nos últimos 30 anos;
3. Ditará os rumos da oitava maior economia do mundo que está a caminho de se tornar a quinta maior, num contexto de crise econômica internacional.
Internamente, as eleições deste ano selarão o destino de um grupo político pelos próximos 16 anos!
Diante de tal enormidade, é muito útil que a eleição não se decida de véspera, através de pesquisas eleitorais. E é muito útil que todos se engajem de corpo e alma no debate e na tarefa de convencimento que não aconteceram até agora, muito porque à mídia corporativa esse debate aparentemente não interessa, mas sim os factóides que nos são vendidos diariamente a título de "campanha eleitoral".
PS do Viomundo: Aqui tem um texto importante do Rodrigo dirigido àqueles que superestimam o poder de blogosfera e subestimam o poder da mídia tradicional.
http://www.viomundo.com.br/opiniao-do-blog/da-importancia-didatica-dos-numeros-do-datafolha.html
Dra Cureau, que tal uma auditoria no Datafalha ? - Por Paulo Henrique Amorim, em seu blog

Dra Cureau, essa Datafalha não faz campanha eleitoral ?
O Movimento dos Sem Mídia de Eduardo Guimarães já conseguiu na Justiça que a Polícia Federal (Dr Corrêa, veja lá o que o senhor faz …) faça uma auditoria dos institutos de pesquisa.Os suspeitos são, claro, o Datafalha, que não falha: quando o Serra mais precisa ela está lá !
E o Globope, de uma empresa cujo maior cliente é a Rede Globo.
O Vasco já provou que a Folha, no momento, se dedica a garantir o pagamento do Gonzalez, o marqueteiro do Serra.
O jenio, candidato dos conservadores e dos neo-fascistas do DEMO, corre o risco de ficar sem grana.
O próprio Eduardo Guimarães mostrou que, sob a pressão do Movimento dos Sem Mídia, a Folha (*) começou a tirar voto do Serra.
É interessante.
O jenio não passa de 30% desde 2002.
E perde votos no Datafalha quando a campanha começa a esquentar.
Ele é um jenio.
Ao Datafalha se sucede uma plêiade de colonistas (**) que se notabiliza como “pesquiseiro”, ou “analista de pesquisa”.
Assim como a Globo tem 859 “analistas de tabela” no departamento de futebol, o PiG (***) tem os “pesquiseiros”.
Eles dão legitimidade ao Datafalha.
Eles acreditam no Datafalha.
É o curandeiro que toma a beberagem.
A Eliane Catanhêde, por exemplo, hoje na página 2 da Folha (*) diz que o jogo está zero a zero.
Deve ser porque, da noite de sexta para a manhã de sábado, como diz o Stanley Burburinho, sumiram 18 milhões de votos da Vox Populi, correram para o Datafalha, e o Serra conquistou o “empate técnico”: ou seja, está tudo zero a zero.
O Datafalha não passaria no primeiro ano de Estatística do meu curso de Sociologia na PUC do Rio, quando se estudva o Fernando Henrique como exemplo de utilização do “método marxista”.
Leia mais
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/07/25/dra-cureau-que-tal-uma-auditoria-no-datafalha/
Meu comentário
Já está bem claro que a tática de Serra será a falsidade, a mentira, o engodo, e isto com o apoio dos meios de comunicação, dispostas a implantar no Brasil uma espécie de "República Midiática" onde a realidade se contruirá a partir de simulacros, das aparências.
A última mentira de Zé Serra: sou do PT.
Segue link
http://blogdoonipresente.blogspot.com/2010/07/o-camaleonico-jose-serra.html
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04- Eleições...o esquema Honduras a todo vapor
sábado, 24 de julho de 2010
SERRA ESTARIA LOUCO?
Zé Serra..,,,,sujeito estranho.,,máscaras e disfarces
Por Urariano Mota - No site "Direto da Redação"
Recife (PE) - Em Serra, olhem bem para os olhos. Eles vagam, fitam distante, como se pensassem em coisa diferente do que a boca fala. Quando dão presença, oscilam da fúria, arregalados, à retração nas órbitas fundas, com íris apagadas, parecendo reclamar de insônia permanente. O candidato não deve dormir bem nos últimos tempos, parece. Mesmo quando sorri, sorri só com a boca, fazendo com os olhos fixos uma composição de máscara. A quem sorri assim, só com os dentes, maxilar colado a maxilar, “com os dentes fechados”, o povo nordestino chama de gente falsa.
Mas não pensem que ele, apesar da própria cara, não se preocupe com uma boa feição. No Recife, durante uma entrevista coletiva, ao tossir muitas vezes, reclamou da garganta e pediu para não ser filmado nesse aperto: “Eu acho que os meus olhos ficam esbugalhados”. Será? Em sua imagem mais conhecida na web, bem humorado, ele “brinca” com um fuzil de mira telescópica, apontado para o fotógrafo, vale dizer, para todos nós. Aí vem bala, e nos baixamos, como se a imagem viesse com a desgraça de um projétil em três dimensões. No entanto, não precisamos de um novo Lombroso para ver no candidato ares de louco, de um indivíduo com os mais claros sinais de desequilíbrio mental. Basta ir ao que ele declara, de norte a sul do Brasil. Pior que seus olhos e expressões faciais, Serra é aquilo que ele declara.
Abrem-se as cortinas. Fala, Serra.
“Vou criar o Ministério do Acarajé”, ele falou, disse, e acrescentamos um futuro do pretérito, teria dito em Salvador. Inacreditável. Será mesmo verdade tal fala e ministério? Qualquer brasileiro pode imaginá-lo, melhor, esperá-lo a prometer um Ministério da Tapioca em Pernambuco, um do Tucupi, no Pará, e outro de Dois Pastel, em São Paulo. Em Goiânia, para não mencionar o Ministério do Pastelão, chegou a afirmar que construir um aeroporto é "como fazer um shopping center", assim, sem qualquer controlador de bobagem ou biruta. Na ocasião, ele ainda reclamou do sotaque local da repórter goiana. Como falam engraçado as pessoas que não são paulistas! Mais próximo de sua base, no Rio, entre oito promessas feitas em menos de dez minutos, como um louco rapidíssimo, assegurou mutirões para prevenir a hipertensão... Será possível que não exista um só fotógrafo para registrar a cara dos acompanhantes quando ele fala tais delírios?
Antes do Acarajé na Bahia, em Curitiba prometeu dar enxoval às grávidas. E se possível, acreditamos, assumir a paternidade também. De quantas mulheres no Brasil? De todas, fôlego e saliva no candidato não sobram. Há loucos que babam, dizem. Mas não se espantem de tamanha potência e generosidade varonil. Em matéria de paternidade, antes dos filhos de todo o Brasil, ele andou furtando paternidades de outros que não foram seus, como os projetos de lei dos remédios genéricos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador.
Observo agora que escrevi acima que no Rio ele estava mais próximo de sua base. Mil e um perdões, porque o candidato José Serra é, pelo que fala, pelo que procura fazer crer, natural de qualquer estado brasileiro ou cidade por onde ande. Entendam, não é só um em Roma como os romanos. Em Pernambuco ele é pernambucano. “Cresci na política aqui em Pernambuco”. Logo... Quando ele viaja para outros estados do Nordeste, tem até um genérico de naturalização, tipo, como dizem os adolescentes, tipo ninguém é mais nordestino: “O político que mais fez pelo Nordeste fui eu”. Um autêntico filho de uma mãe nordestina, poderíamos dizer.
Os sintomas do mal não apareceram agora, é claro. Lembram-se do conselho do mago médico Serra, quando se anunciou a gripe suína? Um primor: "Ela, a gripe suína, é transmitida dos porquinhos para as pessoas só quando eles espirram. Portanto, a providência elementar é não ficar perto de porquinho nenhum". Viva. A esta altura, há quem diga que o candidato, submetido a fortes pressões, de partido, projetos e destinos, pirou de vez. Daí os sucessivos desvarios, dizem, os olhos que perambulam, imigrantes e fugidios. Especula-se até de tratamentos secretos a que ele se submeteu, com remédios prescritos pela medicina mais confiável, nas últimas semanas.
Eu, do meu canto, sem ser alienista, penso que a realidade do mal é mais simples. Serra, o nordestino, nortista, sulista, mineiro, criador de ministérios para todos os gostos do mundo, apenas afundou o juízo nas órbitas diante da última pesquisa Vox Populi: Dilma Rousseff tem 43%, Serra, 37%. Em queda, não há lucidez que aguente.
http://www.diretodaredacao.com/
Meu comentário
O Serra tem cara de plástico, parece que a cara dele é de borracha, quando o vejo falar sinto uma estranha sensação de estar diante de um monstro de silicone, e penso que não sou o único a perceber isso.
Algo a ver com disfarce, máscara, mentira, falsidade.
De tanto mentir, parece que a cara dele vai desabar a qualquer momento.
Tenho a impressão de que não é carne mas um sintético à mercê de desmanchar-se a qualquer momento.
Parece-me que se alguém soprar o rosto a cara desaba no chão.
Lembro-me agora que um irmão meu de nome Luanga sabia identificar este tipo de gente.
Ele apontava o mentiroso e dizia assim "olha a cara dele, mexe de tanto mentir."
Deve ser isso, sempre me lembro dessa frase do meu irmnão quando vejo o Serra na TV.
O Maluf também tinha estes movimentos involuntários num dos lados do rosto.
Um lado dos lados do rosto mexe mais do que o outro, daí a sensação de que a face vai cair.,,,preste a atenção neste detalhe antes de votar.
Agora sei, é o lado direito que mexe mais, agora me lembro, vi isso na entrevista do Serra na TV Brasil, ao olhar a foto abaixo me lembrei.,,isto deve ter uma explicação científica, uma vez que o lado esquerdo do cérebro, o lado predominante em pessoas calculista como Zé Serra, se comunica com o lado direito do corpo,,..isso..,,,verifique na foto do Serra.,,,agora sei
Por Urariano Mota - No site "Direto da Redação"
Recife (PE) - Em Serra, olhem bem para os olhos. Eles vagam, fitam distante, como se pensassem em coisa diferente do que a boca fala. Quando dão presença, oscilam da fúria, arregalados, à retração nas órbitas fundas, com íris apagadas, parecendo reclamar de insônia permanente. O candidato não deve dormir bem nos últimos tempos, parece. Mesmo quando sorri, sorri só com a boca, fazendo com os olhos fixos uma composição de máscara. A quem sorri assim, só com os dentes, maxilar colado a maxilar, “com os dentes fechados”, o povo nordestino chama de gente falsa.
Mas não pensem que ele, apesar da própria cara, não se preocupe com uma boa feição. No Recife, durante uma entrevista coletiva, ao tossir muitas vezes, reclamou da garganta e pediu para não ser filmado nesse aperto: “Eu acho que os meus olhos ficam esbugalhados”. Será? Em sua imagem mais conhecida na web, bem humorado, ele “brinca” com um fuzil de mira telescópica, apontado para o fotógrafo, vale dizer, para todos nós. Aí vem bala, e nos baixamos, como se a imagem viesse com a desgraça de um projétil em três dimensões. No entanto, não precisamos de um novo Lombroso para ver no candidato ares de louco, de um indivíduo com os mais claros sinais de desequilíbrio mental. Basta ir ao que ele declara, de norte a sul do Brasil. Pior que seus olhos e expressões faciais, Serra é aquilo que ele declara.
Abrem-se as cortinas. Fala, Serra.
“Vou criar o Ministério do Acarajé”, ele falou, disse, e acrescentamos um futuro do pretérito, teria dito em Salvador. Inacreditável. Será mesmo verdade tal fala e ministério? Qualquer brasileiro pode imaginá-lo, melhor, esperá-lo a prometer um Ministério da Tapioca em Pernambuco, um do Tucupi, no Pará, e outro de Dois Pastel, em São Paulo. Em Goiânia, para não mencionar o Ministério do Pastelão, chegou a afirmar que construir um aeroporto é "como fazer um shopping center", assim, sem qualquer controlador de bobagem ou biruta. Na ocasião, ele ainda reclamou do sotaque local da repórter goiana. Como falam engraçado as pessoas que não são paulistas! Mais próximo de sua base, no Rio, entre oito promessas feitas em menos de dez minutos, como um louco rapidíssimo, assegurou mutirões para prevenir a hipertensão... Será possível que não exista um só fotógrafo para registrar a cara dos acompanhantes quando ele fala tais delírios?
Antes do Acarajé na Bahia, em Curitiba prometeu dar enxoval às grávidas. E se possível, acreditamos, assumir a paternidade também. De quantas mulheres no Brasil? De todas, fôlego e saliva no candidato não sobram. Há loucos que babam, dizem. Mas não se espantem de tamanha potência e generosidade varonil. Em matéria de paternidade, antes dos filhos de todo o Brasil, ele andou furtando paternidades de outros que não foram seus, como os projetos de lei dos remédios genéricos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador.
Observo agora que escrevi acima que no Rio ele estava mais próximo de sua base. Mil e um perdões, porque o candidato José Serra é, pelo que fala, pelo que procura fazer crer, natural de qualquer estado brasileiro ou cidade por onde ande. Entendam, não é só um em Roma como os romanos. Em Pernambuco ele é pernambucano. “Cresci na política aqui em Pernambuco”. Logo... Quando ele viaja para outros estados do Nordeste, tem até um genérico de naturalização, tipo, como dizem os adolescentes, tipo ninguém é mais nordestino: “O político que mais fez pelo Nordeste fui eu”. Um autêntico filho de uma mãe nordestina, poderíamos dizer.
Os sintomas do mal não apareceram agora, é claro. Lembram-se do conselho do mago médico Serra, quando se anunciou a gripe suína? Um primor: "Ela, a gripe suína, é transmitida dos porquinhos para as pessoas só quando eles espirram. Portanto, a providência elementar é não ficar perto de porquinho nenhum". Viva. A esta altura, há quem diga que o candidato, submetido a fortes pressões, de partido, projetos e destinos, pirou de vez. Daí os sucessivos desvarios, dizem, os olhos que perambulam, imigrantes e fugidios. Especula-se até de tratamentos secretos a que ele se submeteu, com remédios prescritos pela medicina mais confiável, nas últimas semanas.
Eu, do meu canto, sem ser alienista, penso que a realidade do mal é mais simples. Serra, o nordestino, nortista, sulista, mineiro, criador de ministérios para todos os gostos do mundo, apenas afundou o juízo nas órbitas diante da última pesquisa Vox Populi: Dilma Rousseff tem 43%, Serra, 37%. Em queda, não há lucidez que aguente.
http://www.diretodaredacao.com/
Meu comentário
O Serra tem cara de plástico, parece que a cara dele é de borracha, quando o vejo falar sinto uma estranha sensação de estar diante de um monstro de silicone, e penso que não sou o único a perceber isso.
Algo a ver com disfarce, máscara, mentira, falsidade.
De tanto mentir, parece que a cara dele vai desabar a qualquer momento.
Tenho a impressão de que não é carne mas um sintético à mercê de desmanchar-se a qualquer momento.
Parece-me que se alguém soprar o rosto a cara desaba no chão.
Lembro-me agora que um irmão meu de nome Luanga sabia identificar este tipo de gente.
Ele apontava o mentiroso e dizia assim "olha a cara dele, mexe de tanto mentir."
Deve ser isso, sempre me lembro dessa frase do meu irmnão quando vejo o Serra na TV.
O Maluf também tinha estes movimentos involuntários num dos lados do rosto.
Um lado dos lados do rosto mexe mais do que o outro, daí a sensação de que a face vai cair.,,,preste a atenção neste detalhe antes de votar.
Agora sei, é o lado direito que mexe mais, agora me lembro, vi isso na entrevista do Serra na TV Brasil, ao olhar a foto abaixo me lembrei.,,isto deve ter uma explicação científica, uma vez que o lado esquerdo do cérebro, o lado predominante em pessoas calculista como Zé Serra, se comunica com o lado direito do corpo,,..isso..,,,verifique na foto do Serra.,,,agora sei
(Fotos: Roberto Stuckert Filho/Divulgação e Ana Paula Oliveira/Divulgação TV Brasil)
Pessoas que desejam anular de vez a sensibilidade, a criatividade, amputam partes do lado esquerdo do corpo, isto como forma de imobilização do lado direito do cérebro, sendo que podemos citar como exemplo o Capitão Gancho(vídeo),
O oposto disso é Van Gogh(vídeo), o qual amputou parte do lado direito do seu corpo, a orelha, como forma de imobilização do lado esquerdo do cérebro, claro que ele (Van Gogh) não fez isso de forma consciente, o Capitão Gancho também não.
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Pessoas que desejam anular de vez a sensibilidade, a criatividade, amputam partes do lado esquerdo do corpo, isto como forma de imobilização do lado direito do cérebro, sendo que podemos citar como exemplo o Capitão Gancho(vídeo),
O oposto disso é Van Gogh(vídeo), o qual amputou parte do lado direito do seu corpo, a orelha, como forma de imobilização do lado esquerdo do cérebro, claro que ele (Van Gogh) não fez isso de forma consciente, o Capitão Gancho também não.
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
Chegou
A fusão com a realidade,,,inserir aqui alguma coisa do mundo real,,,metade sonho metade realidade
( ) em construção
Chegou.,,,,atualizar este capítulo,,,reescrevê-lo,,,recomeçar a história
_________________________________________________________________
Resolvi dar por encerrada minha particpação no Luis Nassif Online. Isto ocorreu porque o Luis Nassif me pediu uma coisa que não posso nem quero: disciplina. Disciplina no sentido de postar menos coisas. De fato a excessiva quantidade de comentários poderia atrapalhar o tráfego, fora as que ele não liberou, foram mais de 897 postagens em pouco mais de um mês. De fato exagerei. Por isso, na impossibilidade de ser doutro jeito, saí.
Quanto ao gentil pedido feito que ele me fez, como não pude atendê-lo, prefeir encerrar minha presença apor lá. Melhor assim. Até mesmo porque nem rola ficar me policiando na hora de escrever ou escrever sem ter certeza de que será publicado, isso por ser coisa fora de eixo.
Saí sem desperdir-me das amizades que fiz por lá.
Saí em silêncio para que não percebessem que eu estava saindo, pois minha saída poderia provocar desânimo nas pessoas que, lá, gostavam do que eu escrevia. Saí em silêncio para não prejudicar o bom andamento do blog do Nassif. Inclusive gostaria que você, mais disciplinado que eu, se cadastre e participe, vale a pena.
Não saí de todo. Apenas deixei de ser produtor de conteúdo, vou continuar visitando o blog do Nassif e gostaria de ver coisas sua por lá. O Nassif é um profissional excepcional, não tenho nada a reclamar contra ele. Saí para não atraplhar o trânsito por lá, apenas isso. Melhor assim
LN reconheceu o valor da minha colaboração e pediu disciplinar no sentido de evitar excesso de postagens. Entendo, sem isso, as coisas poderiam ficar inviáveis por lá, o tráfego poderia sofrer um engafamento. No entanto, o pedido do querido LN não poderá ser cumprido por mim e, para evitar maiores problemas, resolvi sair.
Para não perder o hábito, ao acordar, dei uma olhada no que foi publicado no Portal Luis Nassif.
Gostei de uma postagem da Nilva de Souza sobre vampiros. Li e adormeci. Quase pegando no sono, mas ainda acordado, tive umas visões, umas pinturas, uns quadros, um deles, pintado pelo Miguel, mostrava um homem com uma tiara verde na cabeça. Vi também uma toalha de mesa, de cor xadrez.
Ao acordar dei vontade de ir à loja e conferir pessoalmente os tecidos, as cores sonhadas ou vistas nesta manhã. Que tal comprar uma tira ou apenas fotografar e postar aqui no mensário de marte. Sabes como seria uma boa eu usar uma calça xadrez..,,,amei.,,,além do mais, estou mesmo precisando mudar meu look.,,,,quero algo mais jovial, vampiresco e menos pastor de igreja.
P.S- Escrevi esta postagem às 7:00 horas mas será programada para entrar no ar quando o sino der 12 badaladas, ou seja, às 12:00 horas
Saiba mais sobre vampiros
http://www.advivo.com.br/node/116178
,
Atualização - 25/07/2009
O LN tem razão, fujo rapidinho da realidade para passar a dizer coisas sem nexo.
Coisa de autista.
Eu quis dizer artista.
Vou policiar-me mais,
Afinal de contas, o que tem a ver este trecho
".,,,ao acordar dei vontade de ir à loja e conferir pessoalmente os tecidos, as cores sonhadas ou vistas nesta manhã. Que tal comprar uma tira ou apenas fotografar e postar aqui no mensário de marte. Sabes como seria uma boa eu usar uma calça xadrez..,,,amei.,,,além do mais, estou mesmo precisando mudar meu look.,,,,quero algo mais jovial, vampiresco e menos pastor de igreja...,,,"
.,,,
Sabes como seria uma boa eu fazer um exercício de busca destas coisas sem nexo,..,,muitas eu jougei fora, deletei, agora quero saber mais sobre isso,..,,,estas fugas da realidade, estes sonhos, estas visões, estas coisas escritas como que em cima do nada ou do que não existe.,,, imagens mentais apenas..,,,apenas isso.
Isso
( ) fora do eixo
Clique na imagem para ampliar
"Lima, solicito um mínimo de disciplina nas postagens. Você é um belo colaborador mas sai distribuindo comentários em todos os posts, muitos deles (como este) sem nenhuma relação com o tema proposto." (Luis Nassif)
Cá prá nós, o LN está coberto de razão, no lugar dele eu faria o mesmo
Atualização: 25/07/2010 - às 17:05
( ) em construção
Chegou.,,,,atualizar este capítulo,,,reescrevê-lo,,,recomeçar a história
_________________________________________________________________
Resolvi dar por encerrada minha particpação no Luis Nassif Online. Isto ocorreu porque o Luis Nassif me pediu uma coisa que não posso nem quero: disciplina. Disciplina no sentido de postar menos coisas. De fato a excessiva quantidade de comentários poderia atrapalhar o tráfego, fora as que ele não liberou, foram mais de 897 postagens em pouco mais de um mês. De fato exagerei. Por isso, na impossibilidade de ser doutro jeito, saí.
Quanto ao gentil pedido feito que ele me fez, como não pude atendê-lo, prefeir encerrar minha presença apor lá. Melhor assim. Até mesmo porque nem rola ficar me policiando na hora de escrever ou escrever sem ter certeza de que será publicado, isso por ser coisa fora de eixo.
Saí sem desperdir-me das amizades que fiz por lá.
Saí em silêncio para que não percebessem que eu estava saindo, pois minha saída poderia provocar desânimo nas pessoas que, lá, gostavam do que eu escrevia. Saí em silêncio para não prejudicar o bom andamento do blog do Nassif. Inclusive gostaria que você, mais disciplinado que eu, se cadastre e participe, vale a pena.
Não saí de todo. Apenas deixei de ser produtor de conteúdo, vou continuar visitando o blog do Nassif e gostaria de ver coisas sua por lá. O Nassif é um profissional excepcional, não tenho nada a reclamar contra ele. Saí para não atraplhar o trânsito por lá, apenas isso. Melhor assim
LN reconheceu o valor da minha colaboração e pediu disciplinar no sentido de evitar excesso de postagens. Entendo, sem isso, as coisas poderiam ficar inviáveis por lá, o tráfego poderia sofrer um engafamento. No entanto, o pedido do querido LN não poderá ser cumprido por mim e, para evitar maiores problemas, resolvi sair.
Para não perder o hábito, ao acordar, dei uma olhada no que foi publicado no Portal Luis Nassif.
Gostei de uma postagem da Nilva de Souza sobre vampiros. Li e adormeci. Quase pegando no sono, mas ainda acordado, tive umas visões, umas pinturas, uns quadros, um deles, pintado pelo Miguel, mostrava um homem com uma tiara verde na cabeça. Vi também uma toalha de mesa, de cor xadrez.
Ao acordar dei vontade de ir à loja e conferir pessoalmente os tecidos, as cores sonhadas ou vistas nesta manhã. Que tal comprar uma tira ou apenas fotografar e postar aqui no mensário de marte. Sabes como seria uma boa eu usar uma calça xadrez..,,,amei.,,,além do mais, estou mesmo precisando mudar meu look.,,,,quero algo mais jovial, vampiresco e menos pastor de igreja.
P.S- Escrevi esta postagem às 7:00 horas mas será programada para entrar no ar quando o sino der 12 badaladas, ou seja, às 12:00 horas
Saiba mais sobre vampiros
http://www.advivo.com.br/node/116178
,
Atualização - 25/07/2009
O LN tem razão, fujo rapidinho da realidade para passar a dizer coisas sem nexo.
Coisa de autista.
Eu quis dizer artista.
Vou policiar-me mais,
Afinal de contas, o que tem a ver este trecho
".,,,ao acordar dei vontade de ir à loja e conferir pessoalmente os tecidos, as cores sonhadas ou vistas nesta manhã. Que tal comprar uma tira ou apenas fotografar e postar aqui no mensário de marte. Sabes como seria uma boa eu usar uma calça xadrez..,,,amei.,,,além do mais, estou mesmo precisando mudar meu look.,,,,quero algo mais jovial, vampiresco e menos pastor de igreja...,,,"
.,,,
Sabes como seria uma boa eu fazer um exercício de busca destas coisas sem nexo,..,,muitas eu jougei fora, deletei, agora quero saber mais sobre isso,..,,,estas fugas da realidade, estes sonhos, estas visões, estas coisas escritas como que em cima do nada ou do que não existe.,,, imagens mentais apenas..,,,apenas isso.
Isso
( ) fora do eixo
Clique na imagem para ampliar

Meu comentário
Cá prá nós, o LN está coberto de razão, no lugar dele eu faria o mesmo
Segue link para o último post no LNO, no qual encerrei minha participação.
Aqui todos os meu comentários no LNO
Realmente.,,,o que os sinos tem a ver com a questão sérvia
Tudo bem, mas este fato me deu um gancho para saber o que é isso
Quando qualquer coisa desagradável me acontece gosto de extrair dali coisas boas
Que tal tentar lembrar destas coisas fora de eixo
Muitas joguei fora, outros deletaram, outros não a publicaram para não atrapalhar o trânsito, por falta de espaço,
Como não existe por aí estruturas capazes de receber estas coisas (des)necessárias, que tal eu mesmo trabalhar com isso,
Que tal um médico como receptor destas coisas fora de eixo..,,,isso,,..um médico que possa servir como amparador destas coisas fora de eixo
, o Poder Curador
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Agora sei, sem nexo para as outras pessoas mas não para mim, agora me lembro que ao falar dos sinos isso se deveu ao relato sobre a guerra, um sonho no qual dois soldados se encontraram e um deles, ao fazer uso do binóculo, vi que o inimigo era de fato um amigo, tudo uma questão de semântica ou linguagem ou percepção. Foi durante esta visão ou sonho ou imagem mental que apareceu a palavra 'lexômetro'. Lexômetro é um binóculo ou máquina fotográfica ou luneta que podemos usar para enxergarmos as pessoas ou palavras, a reaidade. O fim da guerras mediante a percepção de que a palavra inimigo não existe.
Atualização: 26/07/2010
Sempre que puder vou divulgar na blogosfera as postagens do LN, ontem fiz bastante isso.,,,o que é bom a gente tem que fazer circular
Grato,
IV Avatar
Sempre que puder vou divulgar na blogosfera as postagens do LN, ontem fiz bastante isso.,,,o que é bom a gente tem que fazer circular
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